Emocionado, Léo Moura fala sobre últimos minutos com a camisa do Fla


A despedida de Léo Moura pelo Flamengo, nesta quarta-feira, no Maracanã, durou 54 minutos que lembraram os grandes dias do lateral-direito. O camisa 2 deu uma assistência, protagonizou lances bonitos, chegou na linha de fundo duas vezes e se emocionou muito. Dez anos de clube eternizados em uma noite que emocionou, e muito, o novo camisa 10 do Fort Lauderdale Strikers, dos Estados Unidos.

– Só tenho a agradecer esse carinho. Eu não esperava. Dei essa volta olímpica para agradecer a todos. Eu tenho um carinho enorme por eles e procuro sempre retribuir. Um momento inesquecível, minhas filhas vão crescer e lembrar disso sempre – afirmou Léo Moura ao fim da partida.

Após o apito final na vitória por 2 a 0 diante do Nacional (URU), Léo Moura ainda fez questão de dar uma volta olímpica e saudar os pouco mais de 27 mil torcedores que compareceram para acompanhar a festa. Acenando e fazendo gestos em forma de coração, o camisa 2 se despediu de quem fez dele um verdadeiro ídolo.

– Não tem palavras para agradecer. Eu que tenho que agradecer eles. A torcida me fez um ídolo, eu tenho que agradecer eles demais. Passa hoje um filme na minha cabeça já que nunca mais vou vestir a camisa do Flamengo, mas estou emocionado demais. Espero voltar um dia e fazer pelo menos um jogo para encerrar minha carreira com essa camisa vermelha e preta – completou o camisa 2.

Foram 518 jogos, 47 gols e 52 assistências com a camisa do Flamengo. Se Léo Moura agradece pela força das arquibancadas, o torcedor agradece pelas lembranças positiva que o camisa 2 lhe deu!








Fonte:Lance!Net

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Com ida de Léo Moura para o EUA, Wallace vira capitão do Flamengo


Com a saída de Léo Moura para o Fort Lauderdale Strikers, dos Estados Unidos, o capitão do Flamengo passa a ser o zagueiro Wallace. O jogador é visto como o maior líder do atual elenco, tanto pela experiência (ele foi campeão da Libertadores e Mundial pelo Corinthians) como pelo carisma demonstrado.

Na ausência de Wallace, o técnico Vanderlei Luxemburgo deve fazer um rodízio entre os capitães. Paulo Victor e Everton são os jogadores que já utilizaram a braçadeira até o momento, mas Cáceres e Márcio Araújo também são opções.

- A questão de ser capitão não é só na braçadeira. Não é só isso que te faz um capitão. É postura, característica de cada jogador, mas fico feliz com o fato de o sucessor do Léo Moura ser eu - afirmou o zagueiro Wallace.







Fonte:Lance!Net

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Emoção, lágrimas e vitória: Léo Moura é ovacionado na despedida do Flamengo


Foi difícil segurar a emoção. As lágrimas caíram já na chegada ao Maracanã. Não era para menos. Após dez anos, com 519 jogos, 47 gols e oito títulos, Léo Moura se despediu do Flamengo. O adeus foi nesta quarta-feira, na vitória sobre o Nacional-URU por 2 a 0, em amistoso . Uma homanegam ao lateral-direito que marcou época. Agora, Léo Moura vai para os Estados Unidos defender o Fort Lauderdale Strikers.

O adeus foi com status de ídolo, com reverência da torcida e do clube. Léo Moura entrou acompanhado das filhas e chorou mais uma vez. Das mãos de Zico, recebeu uma placa comemorativa. O lateral-direito certamente se lembrou da época em que era mascote e entrou no gramado com Galinho de Quintino. Alguns títulos conquistados por Léo também foram expostos no Maracanã. Léo Moura se despede como o sétimo jogador que mais vestiu o manto. O coração continuará rubro-negro.

O jogo

Gabriel logo deu o cartão de visitas. Ele chutou de fora da área e levou perigo. A bola foi para fora. Depois, Marcelo Cirino mandou por cima do travessão após cruzamento pela esquerda de Gabriel. Quem balançou a rede foi Eduardo da Silva. Ele recebeu passe de Léo Moura e colocou no canto direito do goleiro: 1 a 0. Na comemoração, Léo Moura fez um coração para a torcida. Gesto caraterístico do lateral e que fica eternizado como prova de carinho e identificação.

Cirino teve chance de ampliar, em novo cruzamento de Léo Moura, mas desafinou e completou para fora. O Flamengo teve maior posse de bola, mas não conseguiu criar mais chances de perigo. Apenas Léo Moura e Marcelo voltaram para o segundo tempo. Luxa mandou a campo César, Bressan, Jorge, Cáceres, Jonas, Luiz Antonio, Mugni, Douglas Baggio e Matheus Sávio.

OFlamengo ampliou com o jovem Matheus Sávio, meia de 17 anos. Ele pegou rebote na bola da trave chutada por Cáceres e completou para o fundo da rede: 2 a 0. Aos nove minutos, a despedida e a passagem de bastão. Léo Moura foi substituído por Pará, o moicano que será responsável pela lateral direita. Wallace, que também entrou, recebeu a braçadeira de capitão que pertenceu a Léo nos últimos anos. O lateral-direito foi ovacionado pela torcida e pelos companheiros. Novamente, foi difícil segurar a emoção. Ele chorou mais uma vez. E ouviu o grito de "Fica, capitão" ecoar das arquibancadas. Uma despedida à altura de história de amor e intensa, com alegria e decepções.


É dificil falar. Não esperava esse carinho. Muito emocionante essa passagem de dez anos vestindo a camisa do Flamengo. Só tenho a agradecer por ter vivido tudo isso", disse um emocionado Léo Moura.
A bola voltou a rolar e Jonas quase ampliou. Bava teve trabalho para defender o chute de fora da área. A despedida de Léo Moura marcou o retorno de Paulinho. Sete meses após a lesão no joelho direito, Paulinho voltou a jogar. Ele entrou no lugar de Matheus Sávio. Em contra-ataque, Cáceres teve chance para ampliar, mas parou em Bava.

A noite reservou a última homenagem a Léo Moura. Após o jogo, o lateral-direito deu uma volta olímpica com uma bandeira do Flamengo no Maracanã, algo que fez nos oito títulos conquistados, e foi ovacionado mais uma vez. O adeus digno de um ídolo.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 2X0 NACIONAL-URU
Estádio : Maracanã
Público e renda : 27.031 pagantes/ 30.620 presentes / R$ 938.325,00
Árbitro : Luiz Flávio de Oliveira
Gols : Eduardo da Silva (Flamengo, aos 19' do 1ºT) e Matheus Sávio (Flamengo, aos 6' do 2ºT)
Cartão amarelo : Velásquez (Nacional)
Cartão vermelho : -

FLAMENGO : Paulo Victor (César, no intervalo); Léo Moura (Pará, aos 9' do 2ºT), Marcelo (Wallace, aos 9' do 2ºT), Frauches (Bressan, no intervalo) e Thallyson (Jorge, no intervalo); Márcio Araújo (Cáceres, no intervalo), Canteros (Jonas, no intervalo) e Gabriel (Luiz Antonio, no intervalo); Eduardo da Silva (Mugni, no intervalo), Marcelo Cirino (Douglas Baggio, no intervalo) e Alecsandro (Matheus Sávio, no intervalo - Paulinho, aos 23' do 2ºT); Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

NACIONAL-URU : Bava; Velásquez; Aja, Fernandez e Espino (Olivera, aos 41' do 2ºT); Pietro (Cordero, aos 15' do 2ºT), Dorrego, Ramos (Isola, aos 30' do 2ºT) e Otormin (Boné, aos 24' do 2ºT); Bueno e Amaral (Nadal, aos 46' do 2ºT); Técnico: Juan Carlos Blanco.









Fonte:Jornal O Dia

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Zico entrega placa em homenagem a Léo Moura antes de despedida


Maior ídolo da história do Flamengo, Zico entregou nesta quarta-feira, antes do início do jogo contra o Nacional (URU), uma placa a Léo Moura, em homenagem aos dez anos que o lateral-direito esteve na Gávea. Durante a cerimônia, que durou cerca de dez minutos, o Galinho de Quintino deu um abraço emocionado em Léo Moura, que retribuiu o carinho e levou a torcida presente no Maracanã ao delírio.

Presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello comentou sobre a participação de Zico na homenagem a Léo Moura. O mandatário rubro-negro destacou a importância dos dois jogadores para a história do clube da Gávea.

Hoje se encerra um ciclo. Porém, o nome de Léo Moura sempre ficará escrito em nossa história. Ele tem uma história com o Zico, ficaram amigos, os netos do Zico possuem o Léo Moura como ídolo. Foi um bela homenagem esta entrega de placa pelo personagem mais marcante da história do Flamengo afirmou o presidente rubro-negro.

Além desta homenagem com a entrega da placa feita por Zico, Léo Moura entrou no gramado em um coração vermelho, com a sigla do Flamengo. Recebeu um abraço de todos os companheiros rubro-negros. O lateral-direito fez um coração com as mãos e apontou para o setor Norte do Maracanã, que teve todos os ingressos vendidos.





Fonte:Jornal Extra

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Para jornalista, jogador de nível "A" entrará para a disputa do Brasileiro.


Aperta daqui, enxuga dali, e o comitê gestor do futebol do Flamengo já projeta um balanço positivo das finanças ao final do primeiro semestre.

O dinheiro, ainda não apurado oficialmente, possibilitará a entrada de mais um jogador de nível "A" para a disputa do Brasileiro.

E este nome, muito provavelmente (muito, mesmo!), será o argentino Montillo, hoje no Shandong Luneng, da China!

Fonte: Gilmar Ferreira, Extra Globo.

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Leo Moura retoca penteado moicano antes da despedida pelo Flamengo


Marca registrada de Leo Moura, o penteado estilo moicano recebeu um retoque antes da despedida do jogador com a camisa do Flamengo.

Em sua conta no Instagram, o barbeiro Everson Perninha publicou fotos do penteado do lateral rubro-negro, que faz diante do Nacional, do Uruguai, a sua última partida pelo clube, nesta quarta-feira.
Na legenda da imagem, o barbeiro desejou sorte na nova empreitada do jogador, que vai defender o Fort Lauderdale (EUA).

Pelo Flamengo, Leo Moura conquistou oito títulos (5 Estaduais, 2 Copas do Brasil e 1 Brasileiro) e disputou 518 partidas.

Para disputar o amistoso, o Nacional recebeu a quantia de US$ 100 mil (pouco mais de R$ 290 mil). O clube, no entanto, não mandou ao Rio os seus principais jogadores. Loco Abreu e Recoba, por exemplo, ficaram em Montevideo.





Fonte:Jornal Extra

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Jogadores do Nacional-Uru, curtem no Rio antes do jogo.


Os jogadores do Nacional, do Uruguai, aproveitaram a tarde desta quarta-feira na Praia de Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro. À noite, eles disputarão o amistoso contra o Flamengo, que marca a despedida do lateral-direito Leo Moura após dez anos de serviços prestados ao Rubro-negro.

“Com Rodrigo Amaral na praia no Rio, hoje partida às 22h”, escreveu Leandro Otormin na legenda da foto postada em seu Twitter.

Pelo Flamengo, Leo Moura conquistou oito títulos (5 Estaduais, 2 Copas do Brasil e 1 Brasileiro) e disputou 518 partidas.

Para disputar o amistoso, o Nacional recebeu a quantia de US$ 100 mil (pouco mais de R$ 290 mil). O clube, no entanto, não mandou ao Rio os seus principais jogadores. Loco Abreu e Recoba, por exemplo, ficaram em Montevideo.


Fonte:Jornal Extra


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Bandeira diz que volta do mata-mata nem é discutida.


De acordo com o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, diferente que do que está sendo divulgado, a comissão formada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não está discutindo a volta do mata-mata na série A do Campeonato Brasileiro. Ouça a entrevista a seguir:

“A comissão que foi criada trata da lei de responsabilidade fiscal no esporte e essa comissão pode discutir vários assuntos. Essa questão do mata-mata foi um ou dois presidentes [de clubes] que colocaram [na reunião] que gostariam. Acho que houve um exagero ao dizer que foi criado uma comissão para isso. O assunto não está sendo discutido, nem estudado”, afirmou o presidente do rubro-negro carioca.

Sobre a despedida do jogador Léo Moura na quarta-feira (4), Bandeira de Melo disse que a história do ex-capitão no time não acaba com a saída dele.

“Acho que é uma noite de festa, nós vamos nos despedir do jogador que tem nessa última década tem honrado o manto sagrado. Ele fica na história do Flamengo”, disse.

O apresentador Carlos Borges, o comentarista Waldir Luiz e o repórter Rafael Monteiro também questionaram o presidente do clube sobre a relação do time com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj); a discussão sobre as cotas de televisão,entre outros assuntos. Clique no player acima e confira a íntegra do programa.

A possível volta do mata-mata no Campeonato Brasileiro e a campanha feita por dirigentes dos clubes da Série A para essa mudança foi debatido pelos comentaristas da Nacional.

Fonte: EBC

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Presidente do Fla apoia renegociação de dívidas com CND’s.

As divergências em torno da renegociação das dívidas dos clubes ainda parecem longe do fim. Nesta terça-feira, parlamentares voltaram a receber dirigentes de clubes e representantes do movimento Bom Senso F.C. na Câmara dos Deputados, em Brasília, e apresentaram uma nova versão do projeto. No entanto, ainda não há consenso em pontos importantes, como abrangência das punições e os critérios de fiscalização dos inadimplentes – o chamado fair play financeiro.

No entanto, apesar da falta de acordo, um ponto ficou bem encaminhado: os debates deixarão as salas de reunião e passarão para o plenário da Câmara, um passo a mais no caminho para a votação. Após a aprovação na última semana da urgência para o projeto, nomeado de Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (LRFE), os parlamentares vão poder a partir de agora apresentar emendas ao texto, e a expectativa é de que seja votado já na próxima semana.

– Sempre haverá divergências. É difícil conseguir um consenso absoluto. Aquilo que não tiver consenso, será decidido por maioria. A casa tem autonomia para isso. Vamos apresentar uma emenda global (texto revelado nesta terça) e continuar o debate, dirimindo as dúvidas colocadas aqui hoje (terça-feira). Na semana que vem, estaremos prontos para votar – afirmou o deputado Vicente Cândido (PT-SP), responsável pela emenda substitutiva apresentada.

– Não pode passar da semana que vem. Vamos ao plenário. Inauguramos o debate, e as sugestões serão apensadas. Vou costurar todas, e na terça-feira teremos que votar. O Brasil precisa desse projeto – completou o relator, deputado Otávio Leite (PSDB-RJ).

Divergências nos critérios de fiscalização

O texto apresentado nesta terça mantém alguns pontos básicos da proposta inicial, como o prazo de refinanciamento em 240 meses e o abatimento de multas. Também traz as tão discutidas contrapartidas, como o rebaixamento de clubes que voltarem a atrasar pagamentos após a renegociação, limites para antecipação de receitas e responsabilização pessoal de dirigentes que descumprirem as regras.
Porém, o texto prevê que a fiscalização das contrapartidas seja feita pelo Conselho Nacional do Esporte (CNE), o que foi considerado frágil por alguns parlamentares.

– O CNE não tem capacidade de fiscalizar. É preciso desenvolver uma outra câmara para fazer a fiscalização. Da maneira como está proposto, também há o risco de “futebolizar” o CNE, que cuida de questões ligadas a muitas outras modalidades – alertou o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), ex-ministro do esporte.

Representantes do movimento Bom Senso também não aprovaram a ideia de deixar o CNE responsável pela fiscalização.

– O projeto de agora ainda foge do que acreditamos que possa ser algo ideal. Acreditamos que, dentro do que foi apresentado, ainda pode ser melhorado do ponto de vista das punições – afirmou o pentacampeão Gilberto Silva, representante do movimento dos atletas na reunião em Brasília.

– O que vimos foi um retrocesso em relação às discussões que tivemos lá atrás. Os deputados ainda não encontraram uma saída que consiga, de fato, fiscalizar e punir. Fala-se no CNE, mas funcionaria sob denúncia. Sabemos que sob denúncia não funciona. O clube precisa prestar contas, ou teremos problemas como já vimos no fair play financeiro da Federação Paulista de Futebol. Em quatro anos, abriu quatro processos e puniu apenas dois clubes. Entendemos que é preciso um comitê de fiscalização mais robusto, uma coisa mais concreta – disse o diretor-executivo do Bom Senso, Ricardo Martins.

O movimento também criticou a adoção da Certidão Negativa de Débitos (CND) como única exigência para comprovação de regularidade.

– A CND é insuficiente, principalmente no caso das dívidas trabalhistas. É preciso uma prestação de contas, no mínimo, trimestral. Temos exemplos de clubes que tinham a CND mas não estavam em dia com seus funcionários e atletas. O fair play financeiro que funciona, como o Bom Senso vem propondo com base na Uefa, não está sendo implementado no projeto – completou Ricardo Martins.

Já o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Melo, admitiu que a CND não é um instrumento com eficiência absoluta para verificar a regularidade das contas dos clubes. No entanto, considerou a medida um avanço considerável.

– Talvez não seja 100% suficiente, mas tenho certeza de que é um instrumento extremamente eficaz e desburocratizado de apurar se o clube está em situação regular ou não. Isso já vale para quem quer verbas federais. Funciona há muitos anos e funciona bem. Acredito que a exigência da CND antes do início do campeonato é um instrumento eficiente, sim. Pode não ser o único, é o que estamos debatendo, mas não tenho dúvidas de que será um avanço – garantiu o dirigente rubro-negro.
Bandeira também defendeu que a renegociação das dívidas com as contrapartidas será um passo fundamental na reestruturação do futebol brasileiro.

– Entendo que, finalmente, vamos poder ter um instrumento de modernização do futebol brasileiro. Que permita o processo de moralização e obrigue todos os clubes a adotarem medidas de responsabilidade severas, mas extremamente necessárias. Para isso, o governo vai conceder um parcelamento, que não se trata de anistia. Apenas uma forma palatável para que as dívidas possam ser pagas. O que também é positivo em termos de retorno de crédito para a fazenda nacional – concluiu.

Polêmica sobre os critérios de punição

Outra questão que gerou divergência foi se as punições previstas seriam aplicadas a todos os times ou apenas aos que aderissem ao refinanciamento. O presidente do Vasco, Eurico Miranda, disse que é possível que o Cruz-Maltino não precise entrar na renegociação. Ele defendeu que clubes nessa situação não poderiam ser incluídos nos critérios de punições previstos no projeto.

– Aquele clube que não está tendo o benefício não pode estar sujeito a punição. Tem que haver punição para os que aderirem. O que não pode haver é a obrigatoriedade de a CBF inserir no regulamento. Isso fere o direito constitucional de autonomia das entidades de administração do desporto. Isso tem que ser resolvido na CBF, entre clubes e federações – disse Eurico Miranda.

O dirigente ainda disse acreditar que as regras em prol de uma gestão saudável já estão sendo implementadas gradualmente pelos clubes. Como exemplo, Eurico citou a decisão da CBF de incluir no regulamento do Brasileirão deste ano a possibilidade de perda de pontos aos times que forem denunciados por atrasos de salários.

– As punições estão vindo ao natural. Não é por força de lei. Os próprios clubes estão fazendo isso. Começou com o Campeonato Brasileiro, onde os clubes vão ter que apresentar o comprovante de pagamento dos jogadores sob pena de perder pontos. Não houve interferência do poder público. Foram os próprios clubes que definiram. Não tenho dúvida que isso vai ser cada vez mais aperfeiçoado no sentido de que haja gestão com responsabilidade – completou o mandatário vascaíno.

Deputados querem impedir MP

Após as reuniões desta terça-feira, os parlamentares que lideram as discussões sobre a LRFE se posicionaram contra a ideia do Governo Federal de apresentar uma Medida Provisória (MP) sobre o tema.

– Esse grupo de parlamentares deverá convencer o governo de que a MP não é o melhor procedimento. Estamos com essa discussão instaurada (no Congresso Nacional) há dois anos, e creio que o governo vai querer prestigiar o trabalho do legislativo. Um trabalho feito ouvindo todas as entidades. Fizemos inúmeras reuniões, de todas as formas, para que possamos construir um texto que seja do Congresso, dos atletas, dos dirigentes. Uma medida provisória, que não seja debatida, que não leve em conta tudo que foi feito, não ajuda a relação do governo com o poder legislativo – afirmou Vicente Cândido.

– A tarefa principal do legislativo numa democracia é legislar. O projeto está praticamente pronto. Estamos aos 43 minutos do segundo tempo, aptos para ir ao plenário. Isso não significa que o governo não possa, por meio de sua bancada, fazer os ajustes que achar conveniente. Mas uma MP nesse momento não faz nenhum sentido – acredita Otávio Leite.

A decisão de elaborar uma Medida Provisória para tratar da renegociação das dívidas foi anunciada pela Presidência da República após Dilma Rousseff vetar uma tentativa, liderada pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), de fazer o refinanciamento sem contrapartidas. No dia 20 de janeiro, foi determinada a criação de um um grupo de trabalho interministerial para elaborar em até 30 dias um texto para tratar dos débitos dos times de futebol com a União.

Desde então, reuniões foram realizadas na Casa Civil e no Ministério do Esporte com parlamentares, representantes dos clubes, do movimento Bom Senso e especialistas na área. No entanto, 41 dias depois, o governo federal ainda não apresentou a proposta da MP. Segundo representantes do Bom Senso, a medida deve ser divulgada nos próximos dias e é provável que tenha critérios de contrapartida mais consistentes em relação ao refinanciamento dos clubes.

 – Ainda não temos o texto da MP, mas sabemos que o Governo Federal está trabalhando dentro do modelo que defendemos de fair play financeiro. Esperamos que a MP seja muito mais robusta e benéfica ao futebol. Mais que essa proposta que está sendo colocada em discussão na Câmara – afirmou o diretor do movimento dos atletas, Ricardo Martins.

Caso a iniciativa dos deputados de frear a publicação da MP funcione, o Bom Senso promete intensificar a abordagem aos parlamentares no Congresso em busca de mudanças no projeto apresentado nesta terça-feira.

– Caso o governo desista da MP, viremos ao Congresso discutir com os parlamentares as principais medidas. Acredito que o esforço do Bom Senso é justamente de sensibilizar e mobilizar os parlamentares sobre o que está em jogo com esse projeto. Ou seguimos com mais uma “colher de chá” para a cartolagem brasileira e a incompetência da cartolagem brasileira, ou colocamos um projeto que, de fato, revigore o futebol brasileiro e modernize a gestão esportiva – afirmou o dirigente do Bom Senso.

Eurico Miranda x Bom Senso

A atuação do Bom Senso nas discussões sobre o projeto de renegociação das dívidas provocou uma reação de Eurico Miranda. Durante a reunião desta terça-feira, o presidente do Vasco fez questão de desqualificar as posições e a composição do movimento.

– Eu não dialogo com o Bom Senso. Eu dialogo com jogador de futebol. Bom Senso é formado por estudante de teatro, acadêmico de não sei o quê. No Rio de Janeiro temos acadêmicos de tudo., até Acadêmicos do Salgueiro, que é uma escola de samba. Eles querem discutir um assunto que conhecem muito pouco. Isso só contribui para acirrar e fazer a discussão aumentar. Com o Bom Senso eu não dialogo – afirmou.

Representante dos atletas na reunião em Brasília, Gilberto Silva Gilberto Silva disse respeitar o posicionamento de Eurico Miranda, mas lamentou as ofensas feitas pelo dirigente.

– Ele tem a opinião dele. Eu respeito. Mas, na minha visão, quando se trata de algo para melhorar o futebol, todas as partes precisam ser ouvidas, no mínimo. Uma dificuldade que temos é quando o dirigente enxerga o Bom Senso como adversário. Não estamos aqui para brigar com clube, com ninguém. Colocamos o nosso ponto de vista de forma prática, do que vimos no dia a dia como atletas. E não representamos apenas jogadores em fim de carreira ou que já ganharam muito dinheiro, como dizem. Queremos a melhoria das condições dos jogadores que realmente precisam, que sofrem com a falta de calendário do futebol. Estamos aqui em busca de uma melhora para todos, de modo geral – concluiu o jogador, que está sem clube.

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Júnior enaltece Léo Moura: "O que marca são conquistas, e ele venceu"


Léo Moura, Coletiva Flamengo (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Após dez anos de Flamengo, com mais de 500 jogos com a camisa rubro-negra, o lateral-direito Léo Moura se despede da Gávea nesta quarta-feira, em amistoso contra o Nacional, do Uruguai. O ex-lateral e ídolo do Fla Júnior não esconde sua admiração pelo camisa 2. Em entrevista ao “Redação SporTV”, o ex-jogador destacou que Léo representa uma raridade no futebol atual por ter permanecido tanto tempo em um único clube e ter sua passagem marcada por títulos.
- Nesses novos tempos, ter um jogador dez anos vestindo a mesma camisa, com mais de 500 jogos, é um dado bastante significativo. Tem algo relacionado com a história do Flamengo, porque foi gandula, em 1980, e entrou com o Zico. Tem inclusive uma foto. Acho que o que marca são as conquistas, e o Léo venceu, foi campeão brasileiro, da Copa do Brasil, carioca. Em diversas situações, ele apareceu. Nos últimos anos, como capitão. Isso mostra o carinho que a torcida do Flamengo tem com o Léo. Acho que o Maracanã vai ter um número considerável de torcedores, que vão querer participar. 
Júnior lembrou que também deixou o Flamengo, em 1984, para atuar durante cinco anos no futebol italiano, e elogiou a escolha de Léo Moura de se transferir para os Estados Unidos. Aos 36 anos, o lateral vai defender o Fort Lauderdale Strikers, da Flórida.
- Tinha menos idade que ele, mas é um novo desafio. Isso acho que traz uma motivação muito grande. Vai viver em uma nova sociedade, nova língua. Os filhos tiram proveito dessa situação. Acho que está saindo em uma ótima. 
Léo Moura chegou ao Fla em 2005, conquistou cinco estaduais, duas Copas do Brasil (2006 e 13) um Campeonato Brasileiro (2009). A despedida acontece diante do Nacional, às 22h (de Brasília), no Maracanã.

Fonte: GE

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Sob os gritos de Luxa, Léo Moura não tem moleza em último treino


Léo Moura, Treino Flamengo (Foto: Cauê Radamaker)

Nem parecia que o dia será de festa para Leonardo Moura, que se despedirá do Flamengo em amistoso às 22h contra o Nacional-URU, no Maracanã. Quem acompanhou ao treinamento do time na manhã desta quarta-feira, no Ninho do Urubu, teve a impressão de se tratar de um dia comum. Sob um sol forte, o lateral-direito, ao lado dos demais jogadores, suou a camisa por mais de uma hora, prática pouco comum no Brasil em dias de jogo.
O elenco foi dividido em quatro grupos de seis, que tiveram intercaladas atividades físicas e técnicas, com um time jogando contra outro em campo reduzido. O técnico Vanderlei Luxemburgo, que acompanhou tudo bem de perto, não deixou de orientar o elenco nem mesmo na hora dos piques.
- Vamos, acelera! Tem que sair da zona de conforto! Não tem moleza não! Tem que suar! – gritava o treinador, incentivando os jogadores.
Léo Moura cumpriu toda a programação à risca. No fim, pousou para foto ao lado de todo o elenco e subiu para os vestiários, onde seria recebido por cerca de dez sócios-torcedores, que ganharam uma promoção no site do clube.
À beira do campo, fazendo atividade à parte, sob os cuidados do preparador físico Antonio Mello, estava o meia Everton. O jogador se recupera de dores na coxa esquerda e não participa do amistoso.
O meia Arthur, poupado, e o zagueiro Samir, com dores na coxa direita, também não jogam. O defensor ainda aguarda resultados de exames para saber a gravidade da lesão.
Aos 36 anos, Léo Moura vai assinar por três anos com o Fort Lauderdale Strikers, dos EUA. Até a noite de terça-feira, aproximadamente nove mil ingressos foram vendidos para o seu adeus.
Fonte: GE

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Rodrigo Caetano diz que Conca aceitou jogar no Flamengo


A conturbada saída de Conca do Fluminense ganhou mais um capítulo durante a terça-feira. Em uma entrevista a Rica Perrone, o atual diretor de futebol do Flamengo, Rodrigo Caetano acusou o Pequeno Gênio de ter topado atuar no Flamengo, contanto que os dois clubes chegassem a um acordo.

- Foi uma tentativa que nós tínhamos que fazer. A gente sempre teve a meta de trazer um jogador de meio campo que tivesse tamanho. Nós fizemos o que podia ser feito. O Fluminense fez sua parte também. Vai perder um ídolo e ainda para o maior rival? Eu lá faria a mesma coisa. Nós tentamos várias vezes. O Conca também se mostrou adepto à ideia, mas acabou vindo essa proposta de fora. Ele aceitou desde que houvesse acordo com o Fluminense.

Apesar de sugerir que o argentino cogitou a transferência para o maior rival, Caetano deixou explícito que era uma operação com remotas possibilidades de êxito.

- A gente sabia que era difícil, mas enquanto havia a oportunidade a gente tinha que tentar.

O fato é que o Flamengo foi o único clube brasileiro a fazer uma proposta formal por Conca, imediatamente recusada pelo Tricolor. Na ocasião, o próprio Rica Perrone chegou a criticar o atleta publicamente pelo fato de o mesmo negociar com o rival.

Fonte: O Tricolor

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Léo Moura festeja presença do ídolo Zico e cita 3 gols mais bonitos pelo Fla


zico leonardo moura Jogo das Estrelas  (Foto: André Durão)

Léo Moura chegou ao Flamengo em 2005. Passados noves anos e nove meses, o jogador deixa o Flamengo nesta quarta-feira, em amistoso contra o Nacional-URU, no Maracanã, com 518 jogos pelo clube (atrás somente de Júnior, Zico, Adílio, Jordan, Andrade e Canterelli). E no seu jogo de despedida, um presente para o rubro-negro declarado. Antes do pontapé inicial, o eterno camisa 10 da Gávea, maior ídolo do lateral, estará no gramado para entregar uma placa ao homenageado do dia. Emocionado, ele lembrou quando entrava em campo com o "Galinho de Quintino".
- Um filme passa na minha cabeça. Quando era pequeno, eu entrava em campo com o Zico e chorava. Agora, na minha despedida do Flamengo, ele vai participar. É um momento mais que especial. 
Antes de vestir a camisa do Flamengo, ele defendeu outros nove clubes (Botafogo, Fluminense, Vasco, São Paulo, Palmeiras, Linhares, Germinal Beer-BEL, ADO Den Haag-HOL e Sporting de Braga-POR). Mas vestir o uniforme do clube de coração sempre foi um objetivo, que ele espera vestir mais uma vez antes de encerrar a sua carreira profissional. Aos 36 anos, ele assinou com o Fort Lauderdale Strikers, dos EUA, por três anos.
- Quando eu vim para o Flamengo, eu já pensava em fazer história e parar aqui. Era um sonho jogar aqui. Antes eu não tinha tido a oportunidade de jogar aqui. Aí eu falei: "Agora eu vou parar e vou construir a minha história no meu clube de coração" (...). O meu último jogo como profissional, eu quero que seja no Flamengo. É um sonho que eu tenho. Se isso acontecer, eu vou ficar feliz da vida e agradecido.
No período como jogador do Flamengo, ele balançou as redes, até o momento, em 47 oportunidades e conquistou muitos, incluindo duas Copas do Brasil (2006 e 2013) e um Brasileiro (2009). Léo Moura fez questão de escolher os três gols mais bonitos com o uniforme rubro-negro.
- Contra América-MEX (no primeiro jogo das oitavas de final da Taça Libertadores de 2008),  Cruzeiro, no Maracanã (Brasileirão de 2007) e Náutico, nos Aflitos (Brasileirão de 2008).
Nos Estados Unidos, o lateral espera encontrar mais qualidade para poder prolongar a sua carreira profissional Além disso, segundo ele, a sua família teve papel decisivo na transferência para o Fort Lauderdale Strikers. 
- Ainda é uma liga intermediária, e eu quero crescer junto com o time, que está com um projeto ambicioso demais. Espero ter sucesso (...). Pensei muito também no lado familiar para tomar essa decisão. Para minha família será muito importante. Aos 36 anos, eu preciso olhar para esse lado e jogar uma vez por semana também, até para jogar sempre em alto nível e esse lado pesou. 
O Flamengo enfrenta o Nacional, do Uruguai, nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília), no Maracanã. Além de festejar a passagem de Léo Moura pelo clube, a partida também servirá para o técnico Vanderlei Luxemburgo testar novas opções e acertar o time para sequência da temporada 2015.

Fonte: GE

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Choro e muita emoção na hora de dizer adeus a Léo Moura

Rio - O sorriso, mesmo com lágrimas nos olhos, confirma: Leonardo Moura foi feliz no Flamengo. Em dez anos, conquistou títulos, o coração da torcida e um lugar na história do clube que ele ama desde menino. A partir de amanhã, a carreira do capitão continua nos Estados Unidos. Antes de embarcar, porém, ouvirá, contra o Nacional, do Uruguai, nesta quarta-feira, às 22h, mais uma vez, a Nação gritar seu nome no Maracanã.

“Quando acabar esse jogo, o que vou sentir mais falta é disso, do Maracanã lotado, de conviver com os meus companheiros. A torcida do Flamengo é diferente, e eu só tenho a agradecer”, disse Léo Moura, emocionado.

Na bagagem, o camisa 2 leva as boas lembranças das conquistas de cinco Cariocas, duas Copas do Brasil e um Brasileiro, saudade e a esperança de um dia voltar para uma nova festa, quando decidir abandonar o futebol. Como quem rompe com o grande amor, Léo Moura já sonha com o reencontro:



“É um pensamento que eu ainda tenho, queria muito que viesse a acontecer, voltar e encerrar a carreira no Flamengo. Só que estou saindo para um novo desafio. Tenho contrato de três anos e espero cumprir para depois voltar e fazer ao menos um jogo de despedida no Flamengo.”

Apesar da tristeza de acordar da fantasia que ele alimentou desde pequeno, o ídolo rubro-negro olha para o futuro com alegria. Ele revela que sempre quis morar nos Estados Unidos. E, na trilha de outros astros internacionais, espera fazer sucesso no Fort Lauderdale Strikers, agora como camisa 10 e jogador de meio-campo. Ele garante que o inglês está afiado:

“Very good (risos). Lá, vou continuar perto de praia, estou tranquilo quanto a isso. É um desafio bom, com viagens menores, com partidas só uma vez por semana, vai ser bom, pela idade. Vai dar para atuar em alto nível.”

Zico entrega placa

O jogo de despedida de Léo Moura será recheado de homenagens. Zico, seu ídolo de criança, com quem tem uma foto, ainda menino, no campo do Maracanã, lhe entregará uma placa comemorativa. Para o camisa 2, a cereja do bolo mais doce que ele poderia receber.

“É um motivo de orgulho receber das mãos do Zico, que sempre foi meu ídolo, uma homenagem dessas. Amanhã quando acontecer não vou segurar a emoção. Estou ansioso para isso”, disse Léo Moura.

Haverá ainda a presença de outros craques do passado, uma ação com a criançada, uma saudação a torcida e outras surpresas. “Vai ser uma choradeira danada. Não vou conseguir segurar.”







Fonte:Jornal O Dia



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    ‘Leo Moura será nosso líder em campo’, diz dono do Strikers

    Leo Moura não será um estranho no ninho no Fort Lauderdale Strikers. A bola oval já não é a única referência do futebol nos Estados Unidos. Nos últimos meses, o mercado abriu definitivamente as portas para aqueles que jogam também com os pés, como o espanhol Raúl, ídolo do Real Madrid que desde o fim de outubro reforça o New York Cosmos, time defendido por Pelé na década de 70.

    Fundada em 1968, A Liga NASL, a segunda mais importante dos Estados Unidos - a MLS é a principal - tem ainda entre suas estrelas os brasileiros Ibson (do Minnesota), Kleberson (Indy Eleven) e Marcos Senna (Cosmos), naturalizado espanhol.

    O grupo tem em comum a experiência. São jogadores com mais de 30 anos, razão que os tornou alvo do mercado americano, como explica André Chaves, um dos investidores do Strikers, que convidou Leo Moura a reforçar o time fundado em 1977 e adquirido recentemente em sociedade com os também brasileiros Ronaldo Fenômeno, Carlos Ferrari, Marcus Buaiz, Paulo Cesso, Rafael Bertani e Ricardo Geromel:

    - O Leo Moura é um atleta exemplar, com uma postura impecável e um jogador de grupo. Será nosso líder dentro de campo e um exemplo para os demais atletas. Identificamos nele o perfil de profissional que queremos aqui para comandar o grupo. E, além disso, tem uma qualidade técnica excelente e vai ser o maestro do Strikers pelas próximas três temporadas - disse.

    Leo Moura nem vai precisar gastar seu inglês para se comunicar com os companheiros do Fort Lauderdale Strikers. O português não chega a ser a língua oficial por lá, mas há no time mais quatro brasileiros: Marlos e Stefano, ex-jogadores do Fluminense, Victor Pagliari e Ronaldo Fenômeno, que, embora seja um dos investidores do clube, cogita trocar os sapatos sociais pelas chuteiras para entrar em campo em algumas partidas.

    - Ronaldo tem, sim, essa vontade, e vai se preparar para jogar. Acredito que nos playoffs, caso o time chegue lá - destaca André.




    Fonte:Jornal Extra

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    No dia da despedida, confira feitos de Leo Moura ano a ano com a camisa do Flamengo


    O lateral-direito Leonardo Moura se despede nesta quarta-feira do Flamengo após 10 anos de serviços prestados ao clube (2005-2015). Foram muitos títulos (cinco estaduais, duas Copas do Brasil e um Campeonato Brasileiro) e 518 jogos com a camisa rubro-negra.

    A última partida de Leo vestindo o Manto Sagrado será contra o Nacional (URU), às 22h, no Maracanã, nesta quarta. A partir desta quinta, ele será jogador do Fort Lauderdale Strikers, clube que disputa um campeonato equivalente à Segunda Divisão dos Estados Unidos.

    Separamos, ano a ano, os principais feitos de Leo Moura com a camisa do Flamengo e você confere agora. Os únicos anos em que o jogador não conquistou títulos pelo clube foram os de 2005, 2010 e 2012.

    2005 - Leo Moura foi peça fundamental do Flamengo na briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Fez excelentes partidas, como na vitória sobre o Botafogo por 3 a 1, no Estádio Raulino de Oliveir

    2006 - Leo Moura conquistou o seu primeiro título pelo Flamengo. Com cruzamentos precisos e excelentes jogadas pela direita, ajudou o time na conquista da Copa do Brasil sobre o Vasco.

    2007 - Foi fundamental na conquista do Campeonato Carioca com o Flamengo e ainda ajudou o time a se classificar para a Libertadores após uma recuperação incrível no Campeonato Brasileiro.

    2008 - Mais uma vez, foi peça fundamental do Flamengo na conquista do Campeonato Carioca e mais uma vez vencendo a decisão sobre o Botafogo.


    2009 - Foi o ano perfeito para Leo Moura. O ano em que o jogador conquistou mais títulos com a camisa do Flamengo: o Campeonato Brasileiro e o Campeonato Carioca.
    2010 - Ano difícil para o Flamengo e para Leo Moura. Mas o jogador, junto com os seus companheiros, conseguiu livrar o Flamengo do rebaixamento no Brasileiro. Foi neste ano que o jogador completou 300 jogos com a camisa rubro-negra.
    2011 - Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves chegaram ao Flamengo e juntos com Leo Moura e companhia deram o título carioca invicto ao clube e também a classificação para a Libertadores.

    2012 - Em mais um ano complicado para o Flamengo, Leo Moura fez uma boa Libertadores e um Brasileiro na média. Ajudou o clube, mais uma vez, a se livrar do rebaixamento.

    2013 - Com grandes atuações, ajudou o Flamengo a conquistar a Copa do Brasil, a sua segunda pelo clube, mas agora com um gostinho especial: a de ser capitão.

    2014 - Leo Moura fez bem o seu papel no título carioca rubro-negro de 2014, sobre o Vasco.

    2015 - Em seu ano de despedida do Flamengo, Leo Moura também conquistou um título. Tudo bem que não foi oficial, mas mesmo assim está valendo. O Rubro-negro foi campeão do torneio Super Series em Manaus, que contou com a participação de Vasco e São Paulo e foi disputado em janeiro.






    Fonte:Jornal Extra

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    Por onde anda? Alex Silva é afastado do São Bernardo



    O zagueiro Alex Silva, com passagens por São Paulo, Flamengo e seleção brasileira, foi afastado ontem do elenco do São Bernardo. A decisão foi anunciada pelo presidente do clube, Luiz Fernando Teixeira. Teixeira justificou o afastamento com base no desentendimento que o jogador teve com torcedores do clube após a derrota para o Osasco Audax por 3 a 0 na última sexta-feira, em partida válida pelo Campeonato Paulista. 

    Em entrevista à reportagem, Teixeira disse que Alex Silva, ao ouvir xingamentos de torcedores do clube após a derrota, descontrolou-se e teve que ser contido por companheiros e pela comissão técnica. “Ele partiu para cima da torcida no alambrado, trocou xingamentos. Se não fosse segurado, podia chegar às vias de fato. Foi um comportamento amador, destemperado, que expôs o time, o presidente e a cidade. Ele não tem mais clima para permanecer, o contrato provavelmente será rescindido”, disse Teixeira, que adiantou que o São Bernardo deve seguir até o final da competição com apenas 27 jogadores. Segundo Teixeira, nunca outro jogador fez algo parecido na história de dez anos do clube do Grande ABC. 

    À reportagem, o zagueiro disse que vê sua liderança como motivo para o desentendimento, e acredita que seu afastamento foi exagerado. 

    Fonte: Comercio do JAHU

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