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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
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O treino na Gávea ocorreu diante de arquibancada vazia. Crianças de escola ao lado chegaram apenas no fim

Ao levar o treino de terça-feira para a Gávea, a diretoria pretendia resolver dois problemas de uma vez só: facilitar a logística para o aeroporto Santos Dumont, no Centro, e agradar ao torcedor, que poderia acompanhar de perto a atividade. Mas só a primeira parte do plano funcionou.

A torcida praticamente não deu as caras pelo clube. Enquanto o time treinava, de manhã, cerca de 25 torcedores assistiam aos trabalhos. Já perto do fim, a chegada de uma turma escolar compensou a monotonia da maior parte da atividade e animou a manhã.

A escolha de um dia de semana para o treino na Gávea não agradou em nada as organizadas do clube. Em troca de mensagens com representantes das torcidas, o gerente de marketing do Flamengo, Fred Mourão, recebeu muitas queixas. “Tem que botar sábado. Dia de semana ‘nego’ trabalha, estuda”, criticou um dos representantes. “É isso aí! Treino aberto dia de semana? A ‘mulambada’ trabalha para pagar suas contas e o ingresso caro”, atacou outro.

A transferência de local, no fim, acabou sendo mais vantajosa para os jogadores. Embora longe de casa, eles puderam treinar no campo da Gávea, que ostenta grama de nível de Copa, usada pela seleção da Holanda.

— É mais cômodo no Ninho. Mas aqui o vestiário é bom e o campo é melhor do que no Ninho — elogiou o volante Márcio Araújo.

Fonte: Extra Globo
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Luxemburgo - Palmeiras x Flamengo, Campeonato Brasileiro (Foto: Ari Ferreira/LANCE!Press)
Vanderlei Luxemburgo foi o principal culpado para o Flamengo não ter vencido o Palmeiras, ontem à noite. A equipe rubro-negra teve um desempenho exemplar na etapa inicial, mas o treinador resolveu promover alterações sem motivo após o intervalo, que desmontaram completamente o time.
O principal erro de Luxemburgo aconteceu logo após o intervalo. Colocar Amaral no lugar de Cáceres, que é um jogador fundamental no atual esquema do Flamengo, com atuações significativas, foi um tiro no pé. Com todo respeito ao Amaral, mas ele não consegue jogar 10% do que Cáceres joga.
Depois, tirou Eduardo da Silva e colocou Luiz Antonio e deixou o Flamengo com quatro volantes em campo. Isso fez com que o Rubro-Negro perdesse o pouco do poder ofensivo que ainda tinha. No fim, tentou ajeitar a burrice tirando Márcio Araújo e colocando Elton, mas já era tarde demais.
Nos lances dos gols do Palmeiras, também teve falhas bobas dos jogadores do Flamengo. Léo Moura precisa se aposentar o quanto antes. Não tem como continuar vestindo a camisa rubro-negra. Paulo Victor também falhou, mas ainda tem crédito com o torcedor.
De bom ontem, foi a excelente atuação do lado esquerdo do Fla. Everton e João Paulo estão em uma fase muita boa. Luxemburgo agradece aos dois, pois assim a “confusão” fica mais longe.
Fonte: Lancenet
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Favorito na eleição para senador no Rio de Janeiro, o ex-atacante Romário tem garantida uma renda muito maior do que a de um político durante todo seu possível mandato de oito anos. Até 2022 ele vai receber parcelas da dívida do Flamengo com ele, que estão atualmente em R$ 158.800 por mês. O salário de senador gira em torno de R$ 27 mil.
Esse débito do Flamengo com Romário é um dos valores que a atual gestão tem quitado em débitos das outras administrações. No caso do ex-jogador, houve seguidos descumprimentos de acordos feitos com ele até a diretoria fechar um novo parcelamento.
“Sempre deixavam de pagar e aumentava um pouco a dívida. Agora estamos pagando em dia'', contou o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Melo. Irônico é que, como deputado federal, Romário participou das negociações do projeto para regularizar as dívidas fiscais do clube. “Estivemos com ele algumas vezes em Brasília. Ele tratou disso'', lembrou o dirigente.
Considerado o valor atual de seu 'salário' rubro-negro, Romário tem direito a R$ 15,7 milhões no total até 2022. Só que esse montante será maior visto que há previsão de reajuste da mensalidade a cada ano.
A conta do ex-atacante está no passivo de dívidas privadas do clube, mas há valores que o Flamengo considera como folha salarial e são de ex-atletas do clube. Atualmente, são pagos R$ 9 milhões no total, sendo apenas R$ 5 milhões de jogadores em atividade. Há aqueles de gestões anteriores, e da atual, como André Santos e Elano.
Bandeira de Mello chama esses débitos de “penduricalhos''. E afirmou que, no total dos débitos, o percentual gerado pela atual gestão é pequeno.
Fonte: Uol
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A missão de tirar o time da lanterna precisava de alguém que conhecesse os sempre complicados bastidores da Gávea. Após meses desempregado, Vanderlei Luxemburgo ganhou nova chance no Flamengo e deu o padrão tático que faltou com Ney Franco e a definição de forma de jogo que faltou com Jayme de Almeida.

Como ele diz, o time joga “com um saco de cimento nas costas”. O técnico entendeu que o momento pedia estancar a defesa e montou um 4-4-2 simples, em duas linhas de 4. Em certos momentos, um 4-1-4-1 com Paulinho e Éverton nos lados. O time aposta nos rápidos contragolpes, articula com Éverton saindo do lado ou Mugni centralizado e solta os laterais para a bola aérea ofensiva, arma com Eduardo da Silva.


O camisa 22, que também ganhou nova chance no Fla, é peça fundamental na saída de bola: ele recua, recebe dos laterais e dita o ritmo do jogo, organizando as jogadas junto a Canteros. Os laterais ultrapassam e geralmente Alecsandro ou Eduardo recuam, levam uma marcação e o time acaba concentrando as jogadas pelo centro (principalmente quando tem o passe de Mugni em campo).



Faz tempo que o Flamengo transita entre os 3 zagueiros ou a linha de 4. A explicação é sempre para melhorar a defesa que Léo Moura (e mates André Santos) não compunham bem. Com Luxa, os laterais possuem participação ofensiva importante: eles dão amplitude no campo e aproveitam quando os atacantes correm na área para cruzar. Isso ocorre de forma coordenada, como Luxa diz: “é preciso saber a hora de correr e cruzar”.



A sequência de vitórias que saíram dos pés de João Paulo e pararam na cabeça de Eduardo da Silva não foram a esmo: Luxemburgo usa laterais como meias-cruzadores desde 1993, e essa [e uma arma forte do Flamengo.

Quando se defende, o time é compacto e fecha a área em duas linhas de 4. Muitas vezes, coloca Cáceres entre elas, fazendo um 4-1-4-1 que tira ainda mais espaço do adversário. Você já deve ter visto o Flamengo marcando muito no primeiro tempo, deixando o adversário passar e passar….quando retoma, a velocidade de Éverton e Márcio Araújo se combina aos 2 atacantes e faz o contragolpe forte, ainda que nem sempre eficiente.


Voltando aos laterais: como Luxa fez para que um time com Léo Moura e João Paulo não ficasse exposto? Simples: organizou a marcação para os meias pelos lados do 4-4-2 acompanharem os laterais adversários, assim os laterais não fecham a linha defensiva na área, mas sim saem no combate do meia adversário. Com Cáceres se aproximando - Luxa sempre gostou de um “cão de guarda” mais posicional - o time mata as linhas de passe do oponente. É comum ver Éverton ou Araújo bem abertos, por vezes mais recuados que os alas.


No 2x2 com o Palmeiras, o time novamente foi organizado e executou o plano de jogo transitivo na primeira etapa. Os 2 gols poderiam ser mais, se náo fossem as inúmeras chances desperdiçadas que o Palmeiras, repaginado no segundo tempo, conseguiu igualar. Falta contundência para um time que naturalmente cria pouco - e o problema já vem de vários jogos.

Todos os comportamentos mostrados acima comprovam: o Flamengo é um time organizado, “reinventado” por Vanderlei para sair da confusão. Mas ainda é cedo para afirmar que o time pode mais: muitas vezes, o torcedor precisa entender os limites do elenco e comissão técnica. Fica a impressão que, para quem já foi lanterna, o décimo lugar está de bom tamanho.

Fonte: GE
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Leonardo Ribeiro, ex-presidente do Conselho Fiscal do Flamengo, é, hoje, o principal alvo dos partidários da atual gestão nos bastidores. Um dos líderes da oposição, em agosto ele foi condenado a 30 dias de suspensão por agressão a sócio. Nesta terça, recebeu a mesma pena por ofensas ao vice de marketing, Luís Eduardo Baptista, o Bap, o homem forte da diretoria. As duas condenações fazem com que ele preencha o requisito para aplicação do artigo 57 do estatuto do clube, que prevê a eliminação do quadro social no caso de duas punições em menos de um ano.

Ribeiro recorrerá. O seu principal foco é na ação julgada nesta terça. Ele alega que apenas emitiu sua opinião e diz que sua defesa está sendo prejudicada por não poder estar presente. Está em Manaus até dezembro, fazendo um trabalho de auditoria para a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus). Por telefone, mostrou confiança em reverter o quadro.

- Não é agora que eles vão se livrar do Capitão Léo. Eu nunca perdi uma votação aí, mas eu não estava presente. O fato de não estar presente está prejudicando a minha defesa. Eu vou dar um jeito de até o final do ano pelo menos passar aí no Rio. 
flamengo, leonardo ribeiro, capitão leo (Foto: Felippe Costa / Globoesporte.com)Leonardo Ribeiro prepara sua defesa de Manaus (Foto: Felippe Costa / Globoesporte.com)
Ele reforçou uma reclamação recorrente da oposição de que Bap, a quem atribuem a palavra final no Flamengo, comanda o clube de São Paulo. 

- Já tenho uma pessoa para fazer a defesa nos próximos 10 dias. Ninguém no Flamengo pode ser punido por delito de opinião. Eu fiz um discurso e está tudo provado. As ordens são de São Paulo, o Flamengo está sendo administrado de São Paulo, e ele agora aumentou mais uma vez o preço de ingresso.

Questionado se recorreria das duas punições, Ribeiro confirmou e, no fim, ironizou:

- Por cautela, eu vou entrar com os dois, mas o mais flagrante desrespeito é ao direito de opinião. Nem que tenha de reorganizar o partido na Sierra Maestra (em Cuba). O que está acontecendo é que eles querem me lançar candidato à presidência do Flamengo, só que eu não tenho condições ainda.
Fonte: GE
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Bandeira de Mello, presidente do Flamengo (Foto: Marcelo Hazan)
As polêmicas envolvendo a arbitragem em jogos do Flamengo viraram assunto recorrente no clube. O empate por 2 a 2 contra o Palmeiras, na última quarta-feira à noite, no Pacaembu, fez o debate voltar à tona. Os paulistas reclamaram um toque de mão de Eduardo da Silva no segundo gol do Fla, marcado por Alecsandro, e de um pênalti não marcado em Henrique, em disputa de bola com João Paulo. O árbitro Anderson Daronco não viu irregularidade em nenhum dos lances.
Para isentar o Fla, Vanderlei Luxemburgo comparou o que viveu com o Corinthians, quando treinava o time em São Paulo e ouvia críticas sobre "apito amigo". Depois de o comandante negar favorecimento e se mostrar temeroso pelo fato de o Fla ficar marcado nesse sentido, o presidente Eduardo Bandeira de Mello também saiu em defesa do Rubro-Negro.
O mandatário enumerou partidas nas quais julga que o time saiu prejudicado para rebater a teoria de que o Flamengo é beneficiado pela arbitragem. A polêmica ganhou força depois da vitória por 3 a 0 sobre o Coritiba, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, em que a equipe teve um pênalti inexistente marcado a seu favor. Na sequência, em nova vitória, dessa vez diante do Corinthians, Wallace fez gol em impedimento e outro pênalti polêmico foi marcado, após chute de Everton com desvio no braço de Fagner.
É só olhar o contexto do campeonato. O jogo do Bahia, o do Goiás, contra o Corinthians, no Pacaembu, em que o Léo Moura foi expulso injustamente no primeiro tempo (...) Os árbitros erram para todos os lados
Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Fla
- Não acredito nisso. É só olhar o contexto do campeonato. O jogo do Bahia, em Macaé, o do Goiás, o próprio jogo contra o Corinthians, no Pacaembu, em que o Léo Moura foi expulso injustamente no primeiro tempo. Contra o Internacional o Chicão foi expulso no primeiro tempo e ainda foi marcado um pênalti inexistente. Os árbitros erram para todos os lados. Contra o Palmeiras, ele terminou o primeiro tempo com o Eduardo da Silva correndo com a bola livre no campo de ataque. Certamente ele faria o terceiro gol, e o árbitro resolveu parar o jogo ali. O Canteros levou amarelo e está fora do Fla-Flu, mas nem falta foi. Os erros são normais - disse o presidente.
Polêmicas à parte, Bandeira diz esperar um jogo imprevisível contra o Fluminense, no clássico de domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã.
- O Fluminense perdeu (para o Vitória), mas está muito bem. Com seis pontos na nossa frente (o Fla é o 10º lugar, com 29 pontos, e o Flu está em quinto, com 35). Vamos dar tudo para ganhar deles - afirmou.
Alinhado com o discurso de Vanderlei Luxemburgo, o presidente, por fim, confirmou que o principal objetivo do Flamengo no Brasileirão é se ver livre da "confusão", nome dado pelo treinador para a zona de rebaixamento. Primeiro time dentro do Z-4, o Botafogo tem 22 pontos, sete a menos do que o Rubro-Negro.
Fonte: GE
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Luxemburgo treino Flamengo (Foto: Cahê Mota)
A diretoria do Flamengo prometeu e cumpriu. Nesta última quarta-feira, dia do empate por 2 a 2 diante do Palmeiras, em São Paulo, os jogadores receberam a premiação que estava atrasada por metas alcançadas no Campeonato Brasileiro. Os jogos foram divididos em blocos de quatro, nos quais o time deveria conquistar 50% dos pontos. Essa meta foi até superada nos dois primeiros, com 75% de aproveitamento.
O técnico Vanderlei Luxemburgo era um dos mais incomodados com o atraso e tinha constantes conversas com os dirigentes para que a premiação fosse quitada. Agora, a pendência de cinco meses com os seis atletas que recebem direito de imagem passa a ser a única do clube com os atletas.
Fonte: GE
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A oito dias da disputa do título do Mundial de Clubes, o Flamengo, tricampeão do Novo Basquete Brasil (NBB), apresentou os novos uniformes do time de basquete. Além dos modelos, uma novidade do time foi conhecida de perto. O argentino Walter Hermann, que disputou a Copa do Mundo da Espanha pelo seu país e tem passagens pela NBA, reforço do Rubro-Negro. 

O Flamengo se classificou para a competição ao bater o Pinheiros na decisão da Liga das Américas. Já o Maccabi Tel Aviv conquistou o direito de disputar o Mundial de Clubes após ganhar, pela sexta vez, a Euroliga de basquete. Na decisão, o time israelense venceu o Real Madrid. Os jogos serão disputados na sexta-feira (dia 26), às 21h30, e no domingo (28/9), às 12h. 

basquete Flamengo (Foto: Marcelo Pires)

Fonte: GE
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O Flamengo concentra suas atenções no clássico contra o Fluminense, domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã, pela 23ª rodada do Brasileirão. Mesmo com as rivais separados por seis pontos na tabela, Alecsandro quer que o Rubro-Negro enfrente o adversário em igualdade. 
O centroavante reconhece a dificuldade do Fla-Flu, mas entende que a equipe precisa repetir a postura adotada em outros clássicos, como na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, no dia 27 de julho, também pelo Brasileirão, para sair com o resultado positivo.
- É um jogo difícil. O Fluminense briga pelo G4 e é um clássico carioca. Eles têm grandes jogadores e um time forte. Teremos de fazer um jogo igual ao dos outros clássicos, como contra o Botafogo, em que atuamos de igual para igual e marcando forte, para vencer - disse.
Nessa temporada, o Flamengo fez sete clássicos, com três vitórias, dois empates e duas derrotas. Diante do Fluminense, adversário de domingo, o Rubro-Negro perdeu as duas partidas: 3 a 0 no Carioca e 2 a 0 no Brasileirão. Por outro lado, contra o Botafogo, citado por Alecsandro, o time venceu as duas: 1 a 0 no Brasileiro e 2 a 0 no Carioca. Por fim, contra o Vasco, que disputa a Série B, o Fla empatou duas vezes por 1 a 1 e saiu com o resultado positivo em outra ocasião: 2 a 1, todas pelo estadual.
Fonte: GE
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Após empatar com o Palmeiras no Pacaembu, os jogadores do Rubro-negro sairam decepcionados, já que finalizaram o primeiro tempo com dois gols de vantagem. O zagueiro Chicão comentou, ao sair do campo, sobre um suposto apagão na equipe. 

“A gente tem que respeitar o Palmeiras, jogando diante do seu torcedor, sabia que a torcida iria empurrar. Mas o Flamengo estava bem, terminou o primeiro tempo com 2 a 0, e num apagão de 10, 15 minutos tomou dois gols. Temos que reconhecer os méritos do adversário, mas não estamos satisfeitos com o resultado.”

Com o empate, o Flamengo se mantém no 10º lugar na tabela, com 29 pontos. O próximo jogo do Urubu é no próximo domingo (21), no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, contra o Fluminense. O tricolor figura a 5ª posição do Campeonato, com 35 pontos. 

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS X FLAMENGO

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 17 de setembro de 2014, quarta-feira, às 22h 

PALMEIRAS: Deola; João Pedro, Lúcio, Nathan e Victor Luis; Renato e Juninho; Mouche, Diogo e Cristaldo; Henrique.Técnico: Dorival Júnior

FLAMENGO: Paulo Victor; Léo Moura, Chicão, Wallace e João Paulo; Cáceres, Márcio Araújo, Canteros e Everton; Eduardo da Silva e Alecsandro. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: José Javel Silveira e José Eduardo Calza (ambos do RS)

Fonte: Tupi
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