18/38 V de Vitória do Mengão

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Pe… Pe… Pe… Peraí. Intervalo comercial. Só pra deixar claro que redigi esse texto cheio de vodka na cabeça, 04:15 da matina, logo após chegar da bebedeira no Rio Vermelho, que é tipo uma Lapa da terceira divisão aqui de Salvador. Isso sim é responsabilidade.
Enfim, no episódio anterior fizemos igual aos caras do Animal Planet. Invadimos a Toca do Tigre e dizimamos o bichano selvagem. Episódio parecia meio arrastado, ate que Mugni e Eduardo Croata deixaram de coadjuvizar e protagonizaram mais uma providencial vitória.
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Para o episódio de número 18, o penúltimo antes de chegarmos ao meio da temporada, temos o lanterna do campeonato como adversário.
Após o “tropeço” do meio da semana no episódio extra pela Copa do Brasil, a Nação ficou dividida em seus comentários sobre a derrota para o alvi-verde curitibano. Parte acha (e lembra) que o Luxa avisou desde sempre que tinha que focar no Brasileirão, já outra parcela do povo acredita que dava mesmo pra lutar em duas frentes e ganhar até o Mundial de Clubes.
Fato é que em locação aprazível, com estádio rodeado de árvores em profusão, o Flamengo entra em campo para confirmar sua meteórica ascensão na tábua classificatória e, quem sabe, finalmente, enfim e já não era sem tempo, ingressar de forma triunfal e esperamos que definitiva, na primeira página da tabela.
Que dá, dá. Depois é mitar em um Maracanã abarrotado no episódio de encerramento da primeira metade da Saga Rubro – Negra no Brasileirão.
Simples assim. Entrar, faturar mais três pontos e sair. Não há muito para se analisar e o Tio precisa dormir. Quase cinco da matina e preciso descansar para estar inteiro amanhã, na cerimônia da nossa entrada no núcleo da primeira página.
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Fonte: Falando de Flamengo

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Finalmente, a primeira folha da tabela!

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ENGATOU A QUINTA! (Romildo Jesus/Futura Press)
O jogo acabou com a vitória, mas o Flamengo, com essa mania de não decidir o jogo quando este oferece oportunidade, ainda vai matar muito torcedor do coração. Para quem acredita que para ser Flamengo só com sofrimento, eu vou falar uma coisa: não aguento mais sofrer. Vamos dar um pouquinho de tranquilidade para a mulambada que te acompanha todos os jogos, Mengão? 

Antes dos 15 minutos de jogo, Flamengo e Vitória tiveram a sua chance de abrir o placar: o Flamengo com um chute na trave do Everton e o Vitória com uma isolada de bola do Dinei dentro da pequena área. A partir daí, foi uma alternância de ataque num jogo que, no geral, foi muito corrido. o Flamengo fez o primeiro gol do jogo depois de uma cobrança de escanteio do Everton na cabeça do zagueiro Marcelo. Uma pena que minutos depois, num lance de sorte, o Caio, aquele que foi do Botafogo, numa bola rebatida da zaga do Flamengo, fez o gol de empate. 

O segundo tempo do Flamengo foi de se elogiar. Mesmo fora de casa (viu como não é difícil?), Flamengo partiu para cima do Vitória atrás da quinta vitória seguida no Brasileirão. Depois de um cruzamento do Mugni, o Juan, que foi lateral do Flamengo, colocou a mão na bola e o juiz marcou penalti. Numa cobrança excelente, Alecsandro se manteve artilheiro do Flamengo no Brasileirão e colocou o time na frente do placar. Esse gol do Alecsandro deu a vitória do Flamengo, graças ao Paulo Victor. Usando o mesmo critério do pênalti do Juan, o juiz marcou pênalti para o Vitória numa bola do Marcelo na defesa. Vale lembrar que é o segundo pênalti que o Marcelo faz, em dois jogos seguidos. Só que, diferentemente do que aconteceu contra o Coritiba, desta vez não acabou em gol. Numa cobrança do Juan defendida pelo Paulo Victor, o Flamengo manteve o placar até o fim do jogo e, finalmente, foi para a primeira folha da tabela. 

O jogo poderia ser mais tranquilo, com o Flamengo definindo-o em algumas jogadas, principalmente após o primeiro gol e no inicio o segundo tempo. Há de se colocar o Paulinho em ritmo de jogo urgentemente e controlar a ansiedade do Marcelo em entrar em certas bolas. A bola do pênalti não foi a única que ele colocou a mão no jogo. No primeiro tempo, aconteceu um lance bem parecido. 

Ganhamos mais uma no Brasileirão e estamos na primeira folha da tabela, depois da quinta vitória seguida. Tão importante quanto isso, nesse jogo, foi o resgate do espírito do Flamengo ir em busca do resultado. Não é tão difícil ir para cima do adversário, mesmo na casa deles. 

Nosso próximo adversário no Brasileiro é o Grêmio, no Maracanã. Antes disso temos a partida contra o Coritiba, que vale a classificação na Copa do Brasil. É difícil mas não é impossível. 

Saudações!

Fonte: Primeiro Penta

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Luxa, sobre nova vitória do Fla: 'Ainda não estamos fora da confusão'

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Vitória x Flamengo (Foto: Romildo de Jesus/LANCE!Press)

Nem mesmo a quinta vitória consecutiva do Flamengo neste Campeonato Brasileiro, sendo três fora de casa, deixou o técnico Vanderlei Luxemburgo mais tranquilo com a situação da equipe na competição. Para o treinador, a vitória por 2 a 1 sobre o Vitória, no Barradão, serve para o Rubro-Negro começar a poder pensar mais adiante.

- Ainda não conseguimos estar fora da confusão. Avançamos, começamos a botar a cabeça para fora e a olhar alguma coisa para frente. Os jogadores têm que ter os pés no chão, tranquilidade. Conquistamos três vitórias fora de casa, em confrontos diretos, e isso é muito importante para a classificação. Hoje, nós sofremos um pouco, mas a vitória veio - afirmou o treinador.



O treinador, porém, fez questão de ressaltar o trabalho do grupo para a conquista de mais um resultado positivo, destacando a atuação do goleiro Paulo Victor.

- O futebol é coletivo, a equipe tem que se doar, mas alguém vai sempre ter destaque. Desta vez, foi o Paulo Victor, que pegou um pênalti quando o jogo estava 2 a 1. O Flamengo está caminhando bem e estamos felizes pelo momento - finalizou.

Com o triunfo, o Flamengo quebrou uma escrita de 12 anos sem vencer o Vitória, no Barradão. E com mais três pontos na tabela, o Fla está sete pontos do Timão, último do G4, e a oito do Criciúma, primeiro da zona de rebaixamento.





Fonte:Lance!Net

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Atuações: Paulo Victor brilha no triunfo do Fla; Juan compromete o Vitória

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Header_Flamengo_690 (Foto: Arte Esporte)
PAULO VICTOR - GOLEIRO
Noite impecável no Barradão. Apesar de ter dado azar no gol sofrido, não se abateu e foi determinante para Vitória do Flamengo. Seguro nas saídas do gol, fez linda defesa em cabeçada de Dinei e defendeu o pênalti de Juan. Cada vez mais absoluto na posição
Nota: 8,0
LEONARDO MOURA - LATERAL-DIREITO
O principal mérito do lateral-direito é ter conhecimento de suas condições físicas e não se expor. Compõe bem o setor defensivo e contou com a ajuda de Márcio Araújo. Subiu pouco ao ataque, mas ainda assim acertou o travessão em cruzamento torto.
Nota: 6,0
MARCELO - ZAGUEIRO
Simplifica todas as jogadas e seu mérito está exatamente nisso. Não brinca na defesa, ganha quase todas as bolas pelo alto e ainda ajudou no ataque. Se contra o Criciúma a cabeçada bateu na trave, desta vez marcou seu primeiro gol pelo Flamengo. Envolvido no lance do pênalti que para a sua sorte não comprometeu no resultado.
Nota: 7,5
WALLACE - ZAGUEIRO
Líder da equipe em campo, tem seguido a mesma linha de atuação de Marcelo. No Barradão, onde foi criado, não quis saber de brincadeirinha e levou a melhor na maioria das disputas diretas. Foi um tormento para Willie, que não conseguiu superá-lo
Nota: 7,0
JOÃO PAULO - LATERAL-ESQUERDO
Perdido em campo em determinados momentos, o que acabou deixando espaços na defesa. No primeiro tempo, o Vitória criou boas jogadas por seu setor e o lateral acabou recebendo uma chamada de Wallace. No segundo tempo, melhorou.
Nota: 5,5
CÁCERES - VOLANTE
Muita força física, muita determinação, mas pecou muito com a bola nos pés. Ao mesmo tempo que desarma bastante, perde muitas bolas. É inegável, porém, que é peça determinante para o time. Nas duas derrotas sob o comando de Luxemburgo, o paraguaio não estava em campo
Nota: 5,5
MÁRCIO ARAÚJO - VOLANTE
Bela atuação. Aberto pela direita na linha de três atrás de Alecsandro, ajudou bastante Léo Moura na marcação e chegou com força ao ataque. Por pouco não fez um gol, mas parou em bela defesa de Fernandez.
Nota: 6,5

GABRIEL - ATACANTEEntrou para compor o lado ofensivo pela direita, mas não conseguiu ser tão efetivo como Márcio Araújo. Ainda assim, teve grande oportunidade em cruzamento de Everton. Dominou com estilo, cortou o zagueiro, mas se apavorou e chutou forte em cima de outro defensor.
Nota: 5,5
CANTEROS - VOLANTE
Bela atuação. Cada vez mais adaptado ao Brasil, dá muito dinamismo na saída de bola e a eficiência do Flamengo nas chegadas em contra-ataque passa muito pela forma que Hector conduz este processo.
Nota: 7,0
EVERTON - MEIA
Se livrou das lesões musculares e cresce a cada partida. Ganhou praticamente todas as jogadas no mano a mano com os zagueiros adversários, acertou a trave e produziu muito.
Nota: 7,5
PAULINHO - ATACANTE
Destoou da boa atuação do sistema ofensivo do Flamengo. Até apareceu bem em velocidade por inúmeras vezes, mas acabava fazendo a escolha errada das jogadas. Ou driblava demais, ou tentava uma conclusão com maior efeito.
Nota: 4,5

MUGNI - MEIAO argentino teve o mérito de cruzar para a área no lance em que Juan cometeu pênalti. Depois, com o time em vantagem, foi importante para segurar a bola
Nota: 6,0
ALECSANDRO - ATACANTE
Participou bastante do jogo, mas em alguns momentos recuou demais, mesmo já tendo Everton, Paulinho e Márcio Araújo bem presentes no ataque. Finalizou bastante pelo alto, em chutes de fora da área, e demonstrou muita frieza na cobrança de pênalti perfeita.
Nota: 6,5

ELTON - ATACANTEEstreou, mas entrou no fim e participou pouco.
Sem nota.
Header VITORIA (Foto: Infoesporte)
FERNANDEZ - GOLEIRO
Com boas defesas, o goleiro paraguaio evitou que o Flamengo chegasse ao triunfo com maior facilidade. Já caiu nas graças da torcida, mas nada pode fazer no pênalti bem cobrado por Alecsandro.
Nota: 6,5
AYRTON - LATERAL-DIREITO
Um dos mais vaiados pelo torcedor, não conseguiu ir bem nem mesmo em sua principal arma: as bolas paradas. Foi muito mal em cobranças de faltas e escanteio, e acabou de vez com a paciência da torcida ao dominar para fora uma bola quando o Vitória tentava pressionar em busca do empate
Nota:4,5

LUIZ GUSTAVO - ZAGUEIRO

O zagueiro foi bem na cobertura dos laterais, mas pecou nas jogadas aéreas, assim como seu companheiro. O Flamengo parecia ganhar todas as disputas pelo alto. Atuação razoável.
Nota:6,0
ROGER CARVALHO - ZAGUEIRO
No mesmo nível de Luiz Gustavo. Com o Flamengo tão presente no campo de ataque e veloz nos contragolpes, os zagueiros muitas vezes ficavam sobrecarregados. Ainda assim, conseguiu ir bem nos desarmes.
Nota:6,0
JUAN - LATERAL-ESQUERDO
Personagem do jogo. Ex-jogador do Flamengo, saiu de campo como vilão após fazer pênalti em bola que bateu em sua mão e desperdiçar uma cobrança a seu favor pouco depois. Foi um dos mais vaiados no Barradão.
Nota:4,0

LUÍS AGUIAR - VOLANTE
Um pouco perdido na marcação, deu espaços para os contragolpes do Flamengo e por pouco não presenteou Paulinho com um gol ao recuar mal uma bola. Podia ajudar mais Richarlyson na saída de bola.
Nota: 5,0

ADRIANO - VOLANTE
Participou muito pouco do jogo. Logo após sua entrada em campo, o Flamengo conseguiu o segundo gol. A partir daí, o Vitória tentou pressionar e Adriano simplificou os passes na saída de bola.
Nota: 5,5

RICHARLYSON - VOLANTE

Muita disposição para ajudar a tirar o Vitória da situação ruim em que se encontra. Corre muito de um lado para o outro, mas não é sua função organizar o setor ofensivo. Trocou de posição com Juan no segundo tempo, foi para lateral, e segurou os avanços de Gabriel.
Nota: 6,0

MARCINHO - MEIA
Muita correria, muita força, e pouca inspiração. Foi um dos jogadores que mais teve a bola nos pés no Vitória, mas isso não quer dizer muito. Não conseguiu criar quase nada e não foram poucas as vezes em que deu passes para trás, irritando o torcedor.
Nota:4,5

ESCUDERO - MEIA
Argentino até conseguiu organizar bons ataques no primeiro tempo, mas sumiu do jogo após o gol do Flamengo. Não conseguiu fazer o que se espera dele: criar. Com Marcinho participando bastante na base da força e da velocidade, o Vitória precisava de alguém que pensasse com a bola nos pés. 
Nota:5,0

MARCOS JUNIOR - ATACANTE
Entrou no fim.
Sem nota.

CAIO - ATACANTE
Muita vontade e correria. Incansável, colocou a defesa do Flamengo em apuros e sempre puxava mais de um marcador. Foi premiado pela luta com um gol de sorte.
Nota:6,5

WILLIE - ATACANTETentou colocar correria para cima da defesa do Flamengo, mas levou a pior na maioria dos lances individuais. No duelo com Wallace, perdeu de goleada. Pouco efetivo.
Nota: 5,0

DINEI - ATACANTE
Participou pouco do jogo e desperdiçou boa chance em cabeçada defendida por Paulo Victor. Tentou fazer o pivô para que os meias chegassem ao ataque e não foi feliz.
Nota:5,5
Fonte: GE

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Luxemburgo: "Quero convocar o torcedor para quarta-feira"

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Técnico quer ver torcedor no Maracanã
Na coletiva de imprensa após o jogo contra o Vitória, Vanderlei Luxemburgo disse, dentre outros assuntos, que já pensa no jogo da próxima quarta-feira (03.09,contra o Coritiba, pela Copa do Brasil, e convocou a Nação Rubro-Negra para apoiar a equipe no Maracanã. No sábado (6.09), o Rubro-Negro volta ao Campeonato Brasileiro para enfrentar o Grêmio. No duelo contra o Tricolor Gaúcho, o treinador não poderá contar com Wallace e Éverton, suspensos.

Garanta o seu ingresso para os dois jogos no site do Nação Rubro-Negra. E se você ainda não é sócio-torcedor, escolha o seu plano e seja um titular do Vanderlei Luxemburgo.



Confira os destaques da coletiva do técnico rubro-negro:

Dedicação
Temos que ir seguindo. Mostramos como se vence um jogo quando não tem uma equipe forte tecnicamente. É com muita dedicação, comprometimento tático, equilíbrio... Não temos a melhor equipe da competição, mas podemos ganhar delas com dedicação.

Convocação
Quero convocar o torcedor para quarta-feira e sábado. A torcida pode comparecer em massa. Temos aí a campanha do sócio-torcedor. O Flamengo tem 40 milhões de torcedores e pode passar o Inter. Tudo isso é legal, é um processo legal.

Fora de casa
É marcação dobrada. Um jogador ajuda o outro, centroavante marca volante... Dificulta para o adversário. Diziam que o Flamengo tomava muito gol, não vencia fora de casa, não vencia em Salvador há não sei quantos anos... É futebol. São coisas que acontecem e não vamos ficaríamos eternamente sem ganhar.

Copa do Brasil
Já estou pensando. Vamos ver a recuperação da nossa equipe. O resultado fora de casa foi ruim. Vamos ver com calma.

Fonte: Site Oficial do Clube


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Paulo Victor, colega de Juan no Fla, afirma: "Sabia onde ele ia bater"

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Paulo Victor decidiu para o Flamengo no Barradão aos 33 minutos do segundo tempo, quando pegou pênalti batido por Juan e manteve os 2 a 1 para seu time, resultado final do jogo contra o Vitória, no Barradão, neste domingo. Paulo afirmou que o lado escolhido pelo lateral do Rubro-negro baiano não o surpreendeu, pois já conhecia a forma de cobrar do ex-companheiro.
- Trabalhei quatro anos com ele e sabia onde ele ia bater. Claro que temos que ter a calma e frieza. Procurei nem olhar nos olhos dele. Como eu tinha convicção de que ele ia bater naquele canto, fui confiante na bola. Fui feliz com a defesa no pé e no pênalti - afirmou PV, colega de Juan na Gávea de 2006 a 2010.

Humilde, afirmou que a participação do goleiro em um jogo não deve ser constante, mas sim pontual:

- A gente sabe que ultimamente precisamos do goleiro em uma ou duas bolas por jogo. Fui feliz pegando o pênalti.
O Flamengo, nono colocado do Brasileiro com 25 pontos, volta a campo duas vezes nos próximos sete dias. Na quarta-feira, às 22h, contra o Coritiba, pela Copa do Brasil, precisa de vitória por 3 a 0 para pelo menos levar o jogo para os pênaltis. Três dias depois, às 18h30, encara o Grêmio, em partida válida pela última rodada do turno. Ambos os confrontos serão disputados no Maracanã.
Fonte: GE

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Confira a íntegra da coletiva de Vanderlei Luxemburgo

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O Flamengo derrotou na noite deste domingo o Vitória, por 2 a 1, no Barradão. Foi a quinta vitória consecutiva da equipe no Brasileirão. Desta forma, o Rubro-Negro chegou à nona colocação e aos 25 pontos - oito acima da zona de rebaixamento. Apesar do certo conforto e de a distância para o G-4 ser menor - sete pontos - o técnico Vanderlei Luxemburgo mantém o discurso de pés no chão. Para ele, o foco ainda está em fugir de vez do Z-4.

- Ainda não conseguimos estar fora da confusão. Avançamos, começamos a botar a cabeça para fora e a olhar alguma coisa para frente. Os jogadores têm que ter os pés no chão, tranquilidade. Conquistamos três vitórias fora de casa, confrontos diretos, e isso é muito importante. Vencer fora de casa representa muito. Hoje, nós sofremos. O futebol é coletivo, a equipe tem que se doar, mas alguém vai sempre ter destaque. Desta vez, foi o Paulo Victor, que pegou um pênalti quando o jogo estava 2 a 1. O Flamengo está caminhando bem e estamos felizes pelo momento.

O Flamengo volta a campo na quarta-feira, quando encara o Coritiba, pela Copa do Brasil, no Maracanã. Depois de perder por 3 a 0 o jogo de ida, o Rubro-Negro precisa ao menos devolver o placar para levar a partida para os pênaltis. Outra opção é vencer por quatro gols de diferença. Pelo Brasileiro, o próximo compromisso é no sábado, dia 6. O adversário é o Grêmio, também no Maracanã.

Confira a íntegra da coletiva de Vanderlei Luxemburgo.

Jogo com o Coxa

- Vamos com calma. A partir de segunda-feira que vou pensar na Copa do Brasil. É mentira, já estou pensando agora (risos). Vou ver a recuperação da equipe. O resultado fora de casa foi ruim. Vamos ver com calma. O Coritiba empatou com o Atlético-MG, vamos ver o que eles vão fazer.

Desfalques de Wallace e Everton

- Vamos pensar no jogo de quarta e depois no sábado. É momento de valorizar o elenco. Se pensarmos que sete rodadas atrás estávamos com sete pontos e a coisa estava muito feia, agora conseguimos ver coisas boas. Mas não podemos mudar o comportamento. Temos que ter a mesma seriedade e dedicação. Temos a opção do Samir agora de volta, que é um jovem com potencial grande. Vamos ver o que podemos fazer na quarta já pensando no sábado.

Fuga do rebaixamento

- Não escapamos. Se alguém me provar que já escapamos, vou comemorar. Vou mandar a diretoria pagar, fazer alguma coisa. Melhoramos nossa situação, conseguimos colocar oito pontos de diferença e isso representa três jogos. Se conseguirmos vencer o Grêmio, que é um adversário difícil e aguerrido, podemos avançar para 28 pontos no término do primeiro turno. É uma pontuação que ninguém imaginava. Aí, sim, vão faltar 18 pontos para sairmos da confusão e poderemos começar a vislumbrar algo diferente. Temos que ir seguindo. Mostramos aos jogadores como se vence um jogo quando não tem uma equipe forte tecnicamente. É com muita dedicação, comportamento tático, equilíbrio... Não temos a melhor equipe da competição, mas podemos ganhar delas com dedicação.

Evolução em jogos fora de casa

- Temos que ter marcação dobrada, um jogador ajudar o outro, centroavante marcar volante... Aí, dificulta para o adversário. Diziam que o Flamengo tomava muito gol, que não vencia fora de casa, que não vencia em Salvador há não sei quantos anos... Tudo isso é futebol. São coisas que acontecem e não vamos ficar eternamente sem ganhar. Tudo isso pertence ao futebol.

Melhora do Fla no segundo tempo

- Nossa função, como técnico, é falar o que se percebe no intervalo. Às vezes é esporro, posicionamento... Mas não posso falar para vocês (risos).

Surpresa com arrancada?

- Respeito todas as opiniões. As pessoas te rotulam do jeito que querem. De repente, fiquei ultrapassado, velho... Um mês depois, mudou tudo. Isso é o futebol. No Brasil, a análise de um profissional de alto nível deve ser feita da carreira, e não de momentos. É preciso analisar a performance ao longo da carreira. Jornalista não fica velho? Fica sábio, inteligente. O técnico fica burro. É preciso um pouco mais de critério. Não pode tirar fora por causa de um problema momentâneo. Mas não tenho reclamação. Estou feliz, tranquilo, sossegado.

Jogos no Maracanã

- Quero convocar o torcedor para quarta-feira, ainda temos chances, e no sábado o torcedor pode comparecer em massa. Temos aí a campanha do sócio-torcedor. O Flamengo tem 40 milhões de torcedores e pode passar o Inter, que é quem tem mais. Tudo isso é legal, é um processo legal.


Fonte: GE

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LANCE!-Ibope: Flamengo lidera no Nordeste, Norte e Centro-oeste

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Clube de maior torcida do Brasil (16,2% dos brasileiros), o Flamengo manteve a liderança entre os torcedores de três das cinco regiões do país: Nordeste,Norte e Centro-Oeste. No Sudeste o Corinthians mantém o domínio pelo fato de o estado de São Paulo ser o mais populoso do Brasil, com 43,6 milhões de habitantes, segundo estimativa do IBGE de 2013. Já no Sul do país, os líderes são times gaúchos, com o Grêmio à frente do rival Internacional.

De acordo com a 5 pesquisa LANCE! Ibope, que contempla o Norte e o Centro-Oeste em um mesmo grupo, os rubro-negros têm 28,8% nessa parte do país, mais do dobro do clube mais próximo, o Corinthians, que atingiu 11,9%. Já no Nordeste, apesar da liderança rubro-negra, os destaquessão os times da Bahia, que subiram e ocupam posições entre as cinco maiores torcidas da região. O destaque negativo foi o Sport Recife,que caiu 1,7 ponto percentual e deixou o bloco dos Top 5.

No Sudeste, além da liderança dos corintianos, o destaque foi o Atlético-MG, que subiu 2,1 pontos percentuais e passou a figurar entre as cinco maiores da região passando o Palmeiras e o rival Cruzeiro. Com a quinta maior torcida do país, o Vasco chama a atenção por ter apenas 3,7% da preferência entre os torcedores do Sudeste, ficando empatado na sétima posição com o Santos.


Já no Sul, a briga pela liderança ficou mais acirrada entre os rivais Grêmio e Internacional, enquanto que o Atlético-PR cresceu surpreendentes quatro pontos percentuais e passou ao terceiro lugar. Essa é a única região que não tem o domínio de Corinthians ou Flamengo. Na região, as duas maiores torcidas ocupam apenas a quarta e quinta posições, respectivamente.

Na pesquisa, foram ouvidas 7.005 pessoas das cinco regiões,com uma amostra estratificada. A margem de erro é de um ponto percentual para mais e para menos.
NORDESTE

O Flamengo tem sua sede no Rio,concentrou sua popularidade a partir da cidade e nos últimos 64 anos em memoráveis jogos no Maracanã.Mas é no Nordeste que o Mais Querido concentra mais torcedores, maisaté que no Sudeste, que tem quase o dobro de população. Na 5 Pesquisa LANCE!-Ibope, o Flamengo caiu um ponto percentual de popularidade, para 21,9%, mas a situação não se alterou.


O Flamengo nesta pesquisa, possui 11,6 milhões de fãs no Nordeste e 10,9 milhões no Sudeste, especialmente no Rio. Na região, o Flamengo lidera com folga. O Corinthians, segundo, tem7,5%, alta de 0,1 ponto em relação a 2010. Mas entre as torcidas locais, a ordem mudou bastante.

O Bahia, que há quatro anos estava em quinto, subiu 0,7 ponto e passou a terceiro. Já o rival Vitória subiu da oitava para a quinta posição ao subir 0,5 ponto e atingir 4,8%o, 0,2 ponto atrás do São Paulo que caiu 1,1 ponto em relaçãoa 2010. Na sequência vêm dois clubes de Pernambuco. O Sport foi perdeu 1,7 ponto percentual da preferência e, com 4,5%, caiu do terceiro para o sexto lugar. Logo atrás está o Santa Cruz, com 4%.

Uma tendência confirmada pelo levantamento é a queda de torcida dos times cariocas. Flamengo e Vasco, que tiveram quedas de 1 e 0,7 ponto percentual,  têm na região grande parcela de suas torcidas. Entretanto, seus índices têm caído desde 2004, nos estados de BA, PE e CE, pois seu Estadual não é mais transmitidos para lá. Nos demais estados, a popularidade é maior.

NORTE E CENTRO-OESTE


Das cinco regiões brasileiras, as duas menos populosas e com menor desenvolvimento no futebol são a Norte e a Centro-Oeste. Tirando o Goiás, nenhuma outro clube da região consegue uma permanência estável nem que seja na Série B do Brasileiro. Sejam clubes mais tradicionais como Paysandu, ou menos, como Atlético-GO, nenhum clube se compara ao Goiás em relevância.

A falta de clubes fortes ajuda o Flamengo ter nessas regiões um domínio recorde. O clube recebeu 28,8% da preferência entre os torcedores dessas regiões, que são agrupadas pela 5 Pesquisa LANCE! Ibope. O índice é maior do que no Nordeste, mas o total de torcedores é menor.

O índice obtido pelo clube carioca foi o mesmo atingido há quatro anos, na última edição do estudo. Segundo colocado, o Corinthians aumentou 0,2 ponto percentual sua participação nas regiões e chegou a 11,9% da preferência, enquanto o Vasco ficou subiu 0,6 ponto e subiu para o terceiro lugar, agora com 6,4%.

O destaque negativo foi o São Paulo. O Tricolor paulista caiu três pontos percentuais nos últimos quatro anos e caiu da terceira para a quarta posição com 5,7%. O Palmeiras completa os cinco primei ros lugares com 5,3% e alta de 0,6 ponto percentual.  Além destes clubes, apenas Fluminense (1,9%), Botafogo (1,7%) e Santos (1,5%) aparecem com mais de 1% da preferência entre os torcedores destas regiões. Para o cálculo destes índices,foram entrevistadas 1.097 pessoas.


Fonte: Lancenet

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Paulo Victor destaca treinamentos por atuação contra o Vitória

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Treino do Flamengo - Paulo Victor  (Foto: Paulo Sérgio/ LANCE!Press)
Um dos responsáveis por mais uma vitória do Flamengo no Campeonato Brasileiro, na noite deste domingo, diante do Vitória, por 2 a 1, no Barradão, o goleiro Paulo Victor ressaltou o trabalho nos treinamentos para estar retribuindo, em campo, a confiança da torcida do técnico Vanderlei Luxemburgo. Além de grandes defesas, o arqueiro rubro-negro defendeu a penalidade cobrada pelo lateral-esquerdo Juan, no segundo tempo, garantindo o triunfo rubro-negro, no Barradão.
– Venho trabalhando forte para isso. Quero agradecer a Deus, primeiramente, e, também ao Wagner Miranda, nosso preparador de goleiros, porque trabalhamos duro no dia a dia para isso acontecer. Fui muito feliz no lance e pude pegar o pênalti – destacou o goleiro.
Paulo Victor assumiu a titularidade do gol do Flamengo desde a chegada do técnico Vanderlei Luxemburgo. Em sete partidas, pelo Brasileirão, o camisa 48 sofreu apenas 3 gols.
O triunfo do Rubro-Negro, foi o quinto consecutivo no Brasileirão sob os comandos do técnico Vanderlei Luxemburgo, além de ter quebrado um jejum de 12 anos sem vencer no Barradão.
Fonte: Lancenet

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Flamengo não terá Everton e Wallace diante do Grêmio, no sábado

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Everton - Flamengo x São Paulo (Foto: Paulo Sergio/ LANCE!Press)

O Flamengo terá pelo menos dois desfalques importantes para o duelo diante do Grêmio, no sábado. O meia Everton e o zagueiro Wallace receberam o terceiro cartão amarelo e terão de cumprir suspensão automática diante do Tricolor Gaúcho. Desta maneira, a tendência é que o argentino Lucas Mugni e o defensor Samir ganhem chance entre os titulares.
No entanto, o próximo jogo do Flamengo será pela Copa do Brasil, na quarta-feira, contra o Coritiba. Como o Rubro-Negro chega apenas nesta segunda-feira na parte da tarde, não terá tempo de fazer uma atividade específica com bola. Com isso, na terça, já no Ninho do Urubu, os titulares devem fazer um treino regenerativo e os reservas vão a campo treinar.
Fonte: Lancenet

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Mineiro, Marcelo revela receita no Fla: "Comendo pelas beiradas"

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O zagueiro Marcelo entrou no time titular rubro-negro na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, partida que marcou o início da quarta passagem de Vanderlei Luxemburgo pela Gávea. Desde então não perdeu mais o posto que ganhou, segundo o próprio, "comendo pelas beiradas". São oito jogos pelo clube, com seis vitórias e duas derrotas. Neste domingo, nos 2 a 1 sobre o Vitória, marcou seu primeiro gol como jogador do Flamengo.

- Eu tenho falado que nada é fácil para o Flamengo. Mas o time conseguiu se encaixar, escutando o que o Vanderlei fala para nós. Fico feliz por ele ter me dado essa oportunidade. Fui comendo pelas beiradas e consegui essa vaga. Eu vinha tentando já fazer o gol. Felizmente, consegui hoje - afirmou o defensor, natural de Juiz de Fora e que completou 23 anos no último dia 26.
marcelo vitoria x flamengo (Foto: Romildo Jesus/Futura Press)


Autor do outro gol flamenguista no Barradão, Alecsandro mostrou-se muito feliz com o resultado e explicou por que demorou tanto a bater o pênalti:

- Ficamos felizes com a vitória. É lógico que esperamos sair de vez desse momento. Estamos bastante felizes. No pênalti, mantive a calma, esperei passar a ansiedade e cobrei. Nada diferente do que faço nos treinamentos. Todo mundo treina, mas, quando eu estou em campo, sou a primeira opção.

Fonte: GE

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No reencontro com Ney Franco, Flamengo vence o Vitória no Barradão

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Marcelo comemora seu gol na partida entre Flamengo e Vitória, no Barradão
Mudou o campeonato, mudou a postura de novo. A derrota acachapante de 3 a 0 para o Coritiba pela Copa do Brasil ficou para trás e o Flamengo, de novo com o time titular, venceu o Vitória por 2 a 1, fora de casa, e engatou o quinto triunfo consecutivo no Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time rubro-negro saltou duas posições na tabela e já é o nono, com 25 pontos, oito acima da zona de rebaixamento.
A degola, agora, é com o Vitória. O time teve a estreia de Ney Franco, demitido do rival Flamengo, e perdeu mais uma, permanecendo na laterna com 15 pontos conquistados. Na próxima rodada, o Flamengo recebe o Grêmio, sábado, às 18h30, no Maracanã. Já o Vitória vai até São Paulo, também no sábado, onde enfrenta o Santos, às 18h30, no Pacaembu.
O jogo
Vitória começou a partida mais no campo do Flamengo. Com dois minutos, Caio disparou pela intermediária, driblou dois jogadores, entrou na área e a bola sobrou para Dinei, que caiu. Os jogadores do vitória pediram pênalti, mas o árbitro Anderson Daronco.
O Vitória tinha um pouco mais de posse de bola, mas mostrava limitações e dava espaços. E que espaços. Logo o Flamengo notou que atacar pela esquerda, na Avenida Ayrton, seria boa solução. Por ali, Everton ganhou disputa de bola aos 14 minutos, avançou, entrou na área e bateu cruzado, mas a bola bateu na trave e voltou para o goleiro Fernández.
O Vitória respondeu em seguida, com cruzamento de Caio par Dinei, que se esticou todo e quase tocou na bola, assustando o Flamengo. O time carioca tinha vantagem, no entanto, nos erros bobos do time de Ney Franco. Com 18 minutos, Luís Aguiar errou cabeçada, a bola foi para trás e sobrou para Paulinho.
Livre, leve e solto, o atacante do Flamengo podia escolher a jogada, mas se precipitou com a aproximação dos zagueiros adversários e tentou encobrir o goleiro Fernández, mas a bola foi para fora. No vaivém do jogo, Dinei perdeu boa chance em cobrança de falta na área. Aí veio a reposta do outro lado...e que resposta.
Aos 32 minutos, Everton cobrou escanteio na área, Marcelo subiu mais alto que Roger Carvalho e mandou de cabeça para o fundo da rede de Fernández. Flamengo 1 a 0. O gol deu mais tranquilidade ao time carioca, que controlava as ações e, logo em seguida, ainda perdeu mais uma chance com um cruzamento na área, que Alecsandro perdeu.
No fim da primeira etapa, o Flamengo acabou punido por perder tantas chances. Caio recebeu bola pela ponta direita do ataque do Vitória, tentou entrar na área e, no bate-rebate, a bola encobriu Paulo Victor. 1 a 1. Sem maiores emoções, os times desceram para o intervalo.
Na volta para o segundo tempo, sem mudanças, mas ao menos a emoção retornara. As duas grandes primeiras chances da etapa final tiveram os mesmos protagonistas. Everton no ataque do Flamengo, pela esquerda, para Márcio Araújo. No primeiro lance, ele completou para o gol, mas a bola parou em Fernández.
No segundo lance, aos cinco minutos, Márcio Araújo completou, o goleiro defendeu e, no rebote, o camisa 8 do Flamengo tentou de cabeça. Fernández espalmou de novo e a bola ainda bateu na trave. O clima de tensão tomou conta do Barradão.
Aos sete minutos, todos prenderam o fôlego quando Ayrton cruzou da direita, Caio cabeceou na pequena área e Paulo Victor, no reflexo, afastou a bola com o pé, em boa defesa. O Flamengo acionava sempre o lado esquerdo, com Everton. Mas vanderlei Luxemburgo decidiu modificar. De uma tacada só, tirou Márcio Araújo e Paulinho para as entradas de Gabriel e Mugni. O volume de jogo do time carioca aumentou.
O Flamengo, então, foi chegando mais ao gol adversário. Aos 22 minutos, Gabriel teve boa chance dentro da área, ajeitou a bola, bateu forte de esquerda, mas a bola desviou em Luiz Gustavo e subiu. Na cobrança de escanteio, a bola sobrou para Mugni, que jogou a bola na área. Juan colocou a mão na bola e Anderson Daronco assinalou pênalti. Alecsandro, com categoria, cobrou aos 25 minutos, com bola do lado e goleiro do outro. 2 a 1.
Seis minutos depois, no entanto, vento que bate lá, bate cá. Bola lançanda na área, Marcelo colocou a mão na bola. Pênalti cobrado por Juan, mas Paulo Victor defendeu no canto esquerdo, para delírio do time carioca. O desperdício da cobrança foi um balde de água fria para o Vitória. Luxemburgo, então, promoveu a estreia de Elton, no lugar de Alecsandro. O Flamengo, tranquilo, engatou a quinta vitória no Brasileiro e segue subindo. Agora, resta a tarefa da Copa do Brasil. 
FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1X2 FLAMENGO
Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA) 
Data: 31 de agosto de 2014
Horário: 18h30 
Árbitro: Anderson Daronco (RS) 
Assistentes: Marcelo Bertanha Barison (RS) e Alexandre Kleiniche (RS)
Cartões amarelos: Alecsandro, Wallace e Everton (FLA) e Richarlyson e Escudero (VIT)
Gols: Marcelo (FLA), aos 32 minutos, Caio (VIT), aos 39 minutos do primeiro tempo; Alecsandro (FLA), aos 25 minutos do segundo tempo.
VITÓRIA: Fernández; Ayrton, Luiz Gustavo, Roger Carvalho e Juan; Richarlyson, Luís Aguiar (Adriano), Marcinho e Escudero; Dinei e Caio (Willie) 
Técnico: Ney Franco
FLAMENGO: Paulo Vicor; Léo Moura, Marcelo, Wallace e João Paulo; Cárceres, Márcio Araújo (Gabriel), Canteros e Everton; Paulinho (Lucas Mugni) e Alecsandro (Elton)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Fonte: ESPN

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Há doze anos sem vencer no Barradão, Flamengo tenta quebrar escrita

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Para seguir em alta no Campeonato Brasileiro, o Flamengo terá de jogar contra o retrospecto ruim jogando no Barradão, casa do Vitória. Isso porque o Rubro-Negro não consegue bater o rival longe do Rio de Janeiro há doze anos, mais precisamente seis jogos em sequência. Foram três derrotas e três empates.

A última vez na qual o Flamengo conseguiu deixar o Estádio Manoel Barradas com os três pontos foi em 2002, com gols de Zé Carlos e Liedson. O Leão descontou nos minutos finais com Alan Dellon. O treinador do Vitória, na época, era Joel Santana, que acabou construindo uma identificação muito forte com o clube carioca.

Além do triunfo conquistado em 2002, o Flamengo venceu no Barradão em 1998 (por 4 a 1) e em 1996 (por 1 a 0).


Fonte: Lancenet

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Ney Franco faz mea-culpa no reencontro com o Flamengo: ‘O trabalho não deu certo’

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Ney Franco acredita que o Flamengo pode conseguir uma vaga na Libertadores
Foram somente 69 dias no Flamengo. Tempo suficiente para Ney Franco ver o time despencar e, na mesma proporção, sua humildade crescer. Um mês depois de ter sido demitido, o treinador estreia neste domingo no Brasileirão, agora à frente de outro rubro-negro, o Vitória, a partir das 18h30, no Barradão. Seu adversário será justamente o Flamengo, e, nesse reencontro, em vez de vestir a fantasia de uma vítima ressentida, Ney Franco assume ter fracassado na Gávea.

Você ficou apenas dois meses no Flamengo. Acha que teve pouco tempo?

O trabalho não deu certo, não encaixou. Saí sem muitos argumentos. Meus números foram muito fracos, como nunca havia acontecido na minha carreira. Quando é assim, você acaba perdendo argumento e concordando. Não tive nem força para me defender. Não faltou apoio da diretoria, e os jogadores me aceitaram.

O Flamengo deve dinheiro a você?

Não. Eu saí de lá com tudo muito bem resolvido. Eu me sinto desconfortável em me aprofundar nesse assunto, pois tenho consciência enorme de que meus números foram muito baixos e deixaram o clube exposto.

Por que nos seus dois últimos jogos à frente do Flamengo, você usou 18 jogadores? O time era ruim?

Não era ruim. Não era para estar na situação que o deixei. É um elenco capacitado para fazer um bom Campeonato Brasileiro. O Vanderlei está conseguiu. Ajustou. O Eduardo (dos Santos) é um jogador que a gente avaliou para a contratação, o André Santos vinha recebendo uma pressão forte da torcida, assim como o Elano e o Felipe. A gente tentou recuperar esses atletas porque percebia que podiam dar algum retorno ao time.

Arrepende-se de algo?

De nada. Fiz o caminho certo. Fico frustrado pela forma como foi minha segunda passagem pelo Flamengo. Pois, na primeira vez que estive lá, botei no meu currículo uma Copa do Brasil (2006) e um título carioca (2007). A gente amadurece.

Por que não deu certo?

Os treinamentos foram bons, mas a coisa não se aplicou no jogo. Não tenho como justificar. Foram quatro derrotas e três empates. Serviu para eu fazer uma reflexão de tudo.

Que reflexão?

O futebol brasileiro está passando por um momento de muita cobrança. Depois da Copa do Mundo, a gente até perde a autoconfiança. O torcedor acha que está tudo errado, que não existe mais treinador bom no futebol brasileiro, que todos estão abaixo da média - e aí se inclui todo mundo e não somente o Ney Franco. O torcedor acha que o nosso Campeonato é o pior. Então, você, que é parte de tudo isso, tem que se reciclar.

Você concorda com essa visão pessimista?

Não. O Brasil continua revelando jogadores para o futebol mundial. Mas é preciso discutir a formação do jogador brasileiro, fazer uma reciclagem nos profissionais que trabalham com eles... Você não tem uma escola de técnicos. A CBF deveria ter como primeira função organizar um curso de reciclagem para o treinador. Acho que um projeto interessante seria a formação de treinadores. Você sabe como se formam o médico, o jornalista, o pedagogo. Mas não é uma escola para formar o treinador.

Concorda com a escolha de Dunga para comandar a seleção? Ele foi escolhido pela segunda vez, mas sem ter grande experiência.

Se fosse aquela primeira vez, eu diria que não foi uma boa escolha. Mas, agora, ele já teve oportunidade de disputar uma Copa do Mundo, e seus números à frente da seleção brasileira foram bons. Depois disso, já passou pelo Internacional. Acho que foi uma decisão segura. E, como profissional do futebol, tenho que torcer para que dê certo, até para a gente resgatar a imagem do futebol brasileiro.

Você foi técnico da sub-20 e coordenador de base na CBF. Por que saiu?

Fiquei lá um ano e meio. Foi um período muito bom, com resultados dentro de campo. Entrei na gestão do Ricardo Teixeira e, quando houve a troca (por José Maria Marin), tive um convite para trabalhar no São Paulo. Aceitei.

Arrepende-se de ter ido para o São Paulo?

Não me arrependo. Passei um ano com momentos bons e ruins. Os sete primeiros meses foram muito bons. Fomos campeões sul-americanos, disputamos a Libertadores e, infelizmente, não fomos bem. A gente perdeu o controle do trabalho e a diretoria optou pela mudança.

E no São Paulo você talvez tenha feito seu único inimigo no futebol...

Não o considero inimigo. A gente teve problemas, mas não considero o Rogério (Ceni) um inimigo no futebol. Inimigo é uma palavra muito forte. Estou aberto para a qualquer momento encontrá-lo fora do futebol, sentar com ele e conversar. Aliás, já o encontrei no Maracanã, na minha estreia no Flamengo. Dentro do vestiário, um desejou sorte ao outro.

O que espera no Vitória?

Tive uma proposta muito boa. O clube está numa situação muito difícil. Estou pegando o clube na última posição e o objetivo é não deixar a equipe cair para a Série B.

Há um gosto especial em enfrentar o Flamengo?

Tenho que encarar como um adversário normal. Independentemente do adversário, a gente tem que somar pontos, principalmente em casa. Quis o destino que meu primeiro adversário fosse o Flamengo. Mas não encaro o jogo de uma forma diferente. O espírito é recuperar o Vitória. Torço para que o Flamengo se acerte e, aliás, acho que já se acertou. O Campeonato Brasileiro está começando a se desenhar. Cruzeiro, São Paulo, Fluminense e Internacional brigam pelo título. Pela tradição que tem em arracandas, o Flamengo pode brigar por uma vaga na Libertadores.

Fonte: Extra Globo

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