Após bela onda em momento crucial, treinador compara Medina a Zico

Com o segundo lugar na etapa do Havaí, em Pipeline, Gabriel Medina tornou-se o primeiro brasileiro a conquistar o título mundial de surfe. Padrasto e técnico do surfista, Charles Medina elogiou a atuação de Gabriel e comparou uma manobra do paulista com um lance genial de Zico, ex-jogador do Flamengo. Na terceira etapa, Medina passou por Dusty Payne, em uma onda, que segundo o técnico, os jornalistas estrangeiros não acreditavam que seria possível ser executada pelo brasileiro.

- Um momento muito importante do campeonato foi quando o Gabriel virou para cima do Dusty Payne, um havaiano, no terceiro round, quando ele obrigaria o Mick Fanning a ganhar o campeonato. 

Foi uma bateria muito importante, contra um "local", e o Gabriel pegou uma onda de costas para ela, de back side para backdoor, onde toda a mídia, principalmente a estrangeira falava que ele não saberia surfar essa onda, que seria o fraco dele. Seria mesma coisa que um craque, um Zico, que bate falta com o pé direito, de repente fosse lá e batesse com o pé esquerdo e a bola entrasse no ângulo. Foi um momento decisivo do campeonato e que saiu um peso das costas - disse, em entrevista ao SporTV.

Charles Medina lembrou a responsabilidade de Gabriel pelo título após ter liderado a temporada e agradeceu a Alejo Muniz. O argentino foi o responsável pelas eliminações de Mick Fanning e Kelly Slater, únicos surfistas que poderiam tirar o título do brasileiro no Havaí.
- Por incrível que pareça, parece que a ficha ainda não caiu, não dá para acreditar. Foi um ano difícil, o Gabriel trabalhou duro, liderou o ano inteiro (...). Não é fácil isso. Foi um sonho realizado, são 12 anos que a gente está junto. O Gabriel está surfando desde pequeno. Era o sonho dele e o nosso também (...) Alivado mesmo só fiquei no momento em que o Alejo Muniz ganhou do Mick Fanning e o título veio. Eu fiquei perguntando na praia se havia acabado mesmo. Juntou todo mundo na gente e eu não sabia se era oficial (...). Eu não estava acreditando. Demorou ainda para eu ficar convencido de que o Gabriel era campeão mundial.
Medina chegará ao Brasil na próxima terça-feira, em São Paulo. O surfista concederá uma entrevista coletiva no aeroporto de Guarulhos.


Fonte:GE

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Novo vínculo deve fazer Léo Moura virar o sétimo que mais defendeu o Fla

No começo de 2014, Leonardo Moura entrou para o seleto grupo dos dez jogadores que mais vestiram a camisa do Flamengo. Ao longo da temporada, chegou ao nono posto, com 511 partidas disputadas. Com o novo contrato firmado apenas até o fim do Campeonato Carioca, o lateral-direito tem a chance de encerrar sua trajetória no Rubro-Negro com mais algumas posições à frente.
Se entrar em campo ao menos seis vezes, o defensor se tornará no sétimo atleta que mais defendeu o time. A tabela do estadual prevê 15 jogos na primeira fase da competição, além de duas partidas pelas semifinais e duas pela decisão. Neste período, haverá ainda a disputa das primeiras fases da Copa do Brasil.
À frente de Léo Moura estão Liminha, com 513 jogos, e Carlinhos, com 516. O recordista é Júnior, que atuou em 875 partidas pelo Flamengo. Zico, maior ídolo da história do clube, é o segundo, com 732 aparições (Veja lista ao lado com os dez primeiros).
Na noite desta última sexta-feira, após semanas de negociações, Leonardo Moura resolveu aceitar a proposta rubro-negra de estender seu contrato apenas até o fim do estadual, previsto para terminar no dia 3 de maio. O desejo inicial do jogador, de 36 anos, era renovar até o fim do ano. Havia, contudo, por parte dos dirigentes e comissão técnica, preocupação com o rendimento do lateral.
Léo Moura tem um currículo invejável no Flamengo, com diversos títulos. Pela equipe, venceu cinco estaduais (2007, 2008, 2009, 2011 e 2014), além do Brasileirão de 2009, e das Copas do Brasil de 2006 e 2013. 
Sua estreia aconteceu no dia 12 de junho de 2005, na derrota por 4 a 2 para o Corinthians. Foram 47 gols marcados pelo time da Gávea, tendo vencido 243 jogos, empatado 136 e perdido 132 vezes.




Fonte:GE


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Rodrigo Caetano: ‘O Fla vai entrar em todas as competições para ganhar’

 Rodrigo Caetano encontrou no Flamengo o terreno ideal para semear o profissionalismo. Alinhado com a política de austeridade da diretoria, o diretor-executivo de futebol afirma que não cederá a pressões por reforços. Mas promete ir além de nomes como Thallyson e Arthur Maia.

Há 12 dias no cargo, ele já enxerga um futuro próximo de sucesso para o Rubro-Negro, fruto da opção por pagar dívidas e arrumar a casa antes de voltar a fazer grandes investimentos. O principal reforço do time até agora discute a supervalorização de sua função e revela como conheceu o lado humano de Vanderlei Luxemburgo antes do profissional, no episódio do AVC de Ricardo Gomes.



Confira a entrevista:

O DIA: Já definiu os reforços para 2015?

Rodrigo Caetano: Temos a chegada do Arthur Maia e do Thallyson. A ideia é buscar as peças que estamos negociando, mas para não termos problemas, só falaremos de nomes quando estiver concretizado. Sei que a ansiedade é grande, mas temos que ter responsabilidade.

O DIA: A política será a do bom, bonito e barato?

Rodrigo Caetano: Não vamos ficar só com esses. Você programar o ano sabendo que cumprirá os compromissos em dia dá condições de cobrar comprometimento, resultados e aumenta a probabilidade de sucesso. Não onerar não quer dizer não ter qualidade. Tem que buscar bem. Loucura o Flamengo não vai fazer.

O DIA: É possível alguma novidade ainda este ano?

Rodrigo Caetano: É a nossa intenção. Há coisas adiantadas, outras nem tanto. </MC>Tinham coisas em andamento do Felipe (Ximenes) que estamos tocando. São nomes aprovados pelo Vanderlei.

O DIA: É fácil administrar pressão por contratações?

Rodrigo Caetano: Fácil não é, né? Mas nós temos diretrizes que nos foram passadas de forma muito clara. Estamos buscando soluções. Contratar pelo simples fato de contratar, por conta de uma pressão externa, não faz parte da cartilha do bom profissional.

O DIA: Concorda com o presidente Eduardo Bandeira de Mello que o chamou de reforço de peso? Afinal, você não faz mais gol...

Rodrigo Caetano: Não quero carregar esse estigma. O presidente, quando define como contratação, é para a equipe fora do campo. Acredito que através de uma boa gestão você viabiliza os resultados. Pode demorar um pouco, mas vejo hoje, pelo pouco tempo que tenho no Flamengo, o caminho para esse crescimento sustentável, não esporádico. Isso os clubes concorrentes já observam. Imaginam que o Flamengo está passando por esse momento de contenção, se preparando para o futuro. O Flamengo, amanhã ou depois, vai poder fazer investimento maior.

O DIA: Acha que o diretor pode determinar título ou fracasso de um clube?

Rodrigo Caetano: Tem parcela no bônus e no ônus. Agora acredito que a parcela não seja tão representativa como dizem. Tem sua relevância, óbvio. Dependendo dos movimentos que você executa, traz problemas ou soluções. Mas tem outros tantos fatores que determinam o sucesso em campo.

O DIA: Quais as metas esportivas para 2015?

Rodrigo Caetano: O Flamengo vai entrar em todas as competições para ganhar. Mas, como está se preparando, tem que disputar na parte de cima da tabela. O maior objetivo é em 2016 disputar a Libertadores. Tem que estar na elite sul-americana. Disputou no ano passado, e a presença de forma rotineira vai aproximar do título.

O DIA: No Fluminense, o Vanderlei chegou para apagar incêndio. Deu para testar a parceria?

Rodrigo Caetano: Tive sempre a melhor relação e impressão do trabalho e da figura do Vanderlei. 
Em quatro meses, ele deu uma alavancada no time. Tivemos muitas lesões, mas, no meu diagnóstico, fez belo trabalho. Tenho certeza de que se ele continuasse, o resultado final seria bom. Dizem que ele é centralizador. Ao contrário, divide muito. Ouve, dá opinião, faz parte do planejamento. Nos falamos todos os dias, temos várias reuniões. Ninguém tem a história dele por acaso. Tê-lo à frente da comissão técnica, pelo técnico que é e por conhecer o clube, é um grande reforço. Espero contribuir.

O DIA: Vocês já se conheciam antes do Fluminense?<QA0>

Rodrigo Caetano: Nos conhecíamos de eventos. Como adversários, lembro do caso de quando o Ricardo Gomes teve AVC. Fora do contexto do Vasco, o Vanderlei foi o primeiro a chegar ao hospital. A preocupação dele pós-jogo era como o Ricardo estava.

O DIA: Como está o planejamento para 2015?

Rodrigo Caetano: Identificamos as carências, mas tratamos isso internamente. Vamos trabalhar com cerca de 28 jogadores, sendo três ou quatro goleiros.

O DIA: Qual a importância de um diretor-executivo ?

Rodrigo Caetano: Muita gente pensa que é apenas contratar. Montagem de elenco, você pode liderar, mas faz isso com os demais dirigentes e, principalmente, com o treinador. As funções vão muito além. Liderar pessoas, trabalhar na parte administrativa, na relação com os jogadores e com o mercado.

O DIA: Gestão é a palavra da moda, mas qual o seu significado real, como trabalha esse gestor?

Rodrigo Caetano: Da mesma forma que a gente fala em planejamento, mas tem que definir o que é planejamento. Não é só montar o time. Tem que planejar o ano, estabelecer as metas, saber o que tem de orçamento para cumprir. Todo mundo deseja ter os melhores jogadores no seu clube, mas isso não é possível. Planejar as competições, montar a equipe de trabalho, ou melhorá-la. Tudo isso faz parte desse dias que antecedem pré-temporada.

O DIA: Como você vê o Brasil pós-7 a 1? Seu filho está vestido de Chelsea. Por que as crianças se interessam mais pelo futebol europeu

Rodrigo Caetano: Ele está se adaptando, mas já tem a do Flamengo. Aqui ainda há uma resistência à questão da profissionalização. No entendimento de alguns, é apenas remunerar. Não é. É preencher cargos, qualificar os profissionais, dar alçada. O país é cobrado por causa da Copa do Mundo. Temos que usar o episódio para repensar a formação dos nossos atletas. Do quanto eles permanecem no nosso futebol, se chegam à Europa formados totalmente... Acho que neste semestre andou bem essa discussão. Nos nossos clubes, o que mais avançou foi a questão da responsabilidade. Fato que observo principalmente no clube que estou chegando. Por isso o mercado nunca esteve tão desaquecido como nesse final de 2014. Pode ser o start para que, quem sabe um dia a gente possa chegar a uma condição que esses países (europeus) já têm.

O DIA: Qual o maior problema das divisões de base? O êxodo precoce? Como você pretende trabalhar isso no Flamengo?

Rodrigo Caetano: Já tivemos conversas com o pessoal da base. É uma coisa que o Flamengo tem que retomar, a sua história exige isso. Existe um plano de trabalho, espero que seja implementado em 2015. Quando se fala em criar projeto para um garoto, tem que sair do discurso e ir para a prática, convencer o jovem de que ele pode ter retorno financeiro no Brasil, jogando no clube que o formou. Mas na questão de metodologia de trabalho o Brasil tem avançado. O País, na questão de formação, deu uma parada no tempo. Fomentado por essas discussões, temos que fazer os clubes verem a base como investimento, e não como custo.






Fonte:Jornal O Dia


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Flamengo e Vasco se unem e peitam ‘dona’ do Beach Soccer nomeada pela CBF

Na onda do Bom Senso F.C no campo, da revolta do craque Falcão e companhia no Futsal e dos "palhaços" do Vôlei contra a CBV, atletas do “Beach Soccer" brasileiro resolveram dar um basta e afrontar a empresa designada pela CBF em 2010 para organizar a modalidade, a Kock Tavares.
A guerra foi declarada depois que o Vasco, campeão da primeira edição do Mundialito de Clubes, em 2011, não foi chamado para o torneio de 2014, que aconteceria em dezembro, no Rio, em represália com o grupo que questiona a administração.

O time do Flamengo, apesar da rivalidade, se uniu na causa e, com apenas seis clubes, a competição não será mais realizada e transmitida.

— Que acabe essa ditadura de vinte anos. Que a CBF acorde e veja que essa empresa de marketing não pode comandar o esporte — revolta-se Jorginho, 40 anos, 20 dedicados à seleção brasileira já sob a gestão da empresa, que saiu e depois voltou.

Atualmente no Vasco, o veterano resolveu expor todos os problemas enfrentados por jogadores que, diferente dele, com recente passagem na Rússia, não têm estrutura, calendário e reconhecimento financeiro para se dedicar ao esporte exclusivamente.


A reclamação é que a Kock Tavares arrecada R$ 10 milhões por ano com os patrocinadores da CBF e não investe em competições, além de criar situações constrangedoras para os atletas aceitarem convites para defender a seleção brasileira fora do Brasil com pagamentos ridículos.

— A gente não quer ficar rico. Queremos que o dinheiro seja investido na modalidade. As pessoas têm que começar a saber porque o esporte perdeu a visibilidade. Não tem mais ídolo, não tem mais campeonato. No maior evento da modalidade é R$ 15 mil para o time todo. Parece várzea. Nem isso, no campeonato da areia por jogo ganha-se até R$ 1 mil — detonou Jorginho, mandando recado à CBF. A entidade foi procurada para se posicionar, mas o presidente José Maria Marin não enviou resposta.


Nova Confederação vai organizar uma Liga

O pedido dos jogadores para a CBF é que a Kock Tavares seja retirada do circuito ou ao menos se mantenha restrita às questões de marketing. A organização das competições ficaria com a Confederação Brasileira de Beach Soccer, que hoje reúne dirigentes das federações mais atuantes junto aos atletas, entre elas Rio, Espírito Santo e Maranhão. A ideia é que a partir de janeiro uma Liga de clubes seja oficializada nos moldes do Mundialito, e sem a intervenção da Kock Tavares no pagamento aos jogadores.

— A gente vai esperar essa nova confederação se manifestar. Algumas federações são contra, alguns presidentes estão no cargo há vinte anos. Tem presidente que se vende por 20 bolas, uma viagem pro exterior para acompanhar jogo. Esperamos a Confederação tomar uma atitude no início de janeiro, ser apresentada. Vai ter tipo uma liga até a CBF tomar nova posição — diz Jorginho, que pela oposição chegou a ser cortado da seleção junto a outros atletas do Vasco.

— Na Copa do Mundo revogaram a convocação e levaram quem estava sem jogar. Eles vão porque não tem força para dizer não.

Bom Senso e Futsal ajudam. Clubes se omitem

O grupo que se reuniu para reclamar da situação dos jogadores de Beach Soccer tem, além de Jorginho, Digo, filho do maestro Júnior, um dos precursores do esporte. Através da dupla, o primeiro do Vasco, e o outro do Flamengo, alguns apoios chegaram, como de Falcão e Vinicius, da seleção de Futsal, e Paulo André , um dos líderes do Bom Sendo F.C.

— A gente ia fazer uma associação, Falcão e Vinicius nos auxiliaram, o Paulo André apoiou, mas nossa briga é diferente do campo — lembra Jorginho. Segundo Digo, que conta com apoio do pai e de outros ídolos como Zico,a empresa só promove a crise.

— A gente não quer brigar com a CBF, não é ela que promove o evento. Queremos que esses milhões não fiquem retidos e a gente não sabe pra onde vai — lamenta.

Segundo os atletas, os clubes não dão apoio direto à causa. Apenas oferecem camisas para que se busque patrocínios. Sem jogos, não há o que divulgar. Nem recursos para investir em talentos, lembra Jorginho.

Renova porque o moleque desce do morro e encontra quem queira ensinar. Só tem material humano.







Fonte:Jornal Extra

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Flamengo quer zagueiro do Grêmio indicado por Luxa e tentará empréstimo


O Flamengo poderá contar com mais um jogador egresso do Grêmio em 2015. Depois de fechar com Pará, o time carioca tem interesse em Bressan. O zagueiro é uma indicação de Vanderlei Luxemburgo e será assunto de conversas entre as diretorias a partir da próxima semana. O molde do negócio ainda é incerto, mas a ideia na Gávea é propor um empréstimo.
Bressan, 21 anos, estreou no profissional do Grêmio com Luxemburgo, na Libertadores de 2013. E serviria para recompor o elenco do Flamengo após a saída de Chicão, que não renovou contrato. O nome dele aparece na lista de alvos entregue pelo técnico aos dirigentes cariocas.
O negócio, contudo, tem um entrave. Mesmo sendo reserva em boa parte do ano, Bressan tem perspectiva de começar 2015 como titular. Pedro Geromel está lesionado e com futuro incerto, pelo empréstimo junto ao Colônia-ALE.
Dono de apenas 20% dos direitos econômicos de Bressan, o Grêmio tem poder de veto em toda e qualquer negociação. Foi assim em agosto, quando o Queens Park Rangers chegou a acertar salários com o zagueiro, mas não levou. O atraso no envio de um documento ao time gaúcho fez o negócio cair em cima da hora.
Bressan foi titular em 16 jogos do último Brasileirão, tem passaporte europeu e metade dos direitos ligados ao grupo de Giuliano Bertolucci e Kia Joorabchian.
A saída dele por empréstimo, molde de negócio idealizado pelo Flamengo até agora, criaria um problema para o Grêmio. Além de não render recursos, uma busca da atual diretoria em sua luta para equilibrar as finanças, resultaria em menos uma opção no elenco na arrancada da nova temporada.
A escassez de dinheiro fez o Grêmio contratar apenas dois jogadores até agora: Douglas, que estava no Vasco e ficou livre após fim de contrato com o Corinthians, e Marcelo Oliveira, egresso do Palmeiras e igualmente sem vínculo.
No Flamengo os reforços também são poucos até o momento. O clube fechou com Arthur Maia, meia do Vitória e que estava no América-RN, e Thallyson, lateral esquerdo e meia do ASA. Jonas, um dos destaques do Sampaio Correa na Série B do Brasileirão, está em vias de ser contratado. Além disto, Pará foi enviado pelo Grêmio para liquidar a dívida referente a Rodrigo Mendes, datada do início da década.




Fonte:UOL Esportes

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Negociação com Pará não deve ser afetada após renovação de Léo Moura


Ao que tudo indica, a negociação com Pará, lateral-direito do Grêmio, não deve ser cancelada mesmo com a renovação de contrato de Léo Moura. A ideia é que o jogador chegue durante o Campeonato Carioca e já vá pegando o ritmo do clube para que no Brasileiro esteja acostumado não só com o elenco, mas também com a pressão diária do clube.

A ideia da diretoria do Flamengo é fechar com Pará até o Natal, visto que quanto mais o tempo passa o Rubro-Negro pode ter outros concorrentes no mercado. No entanto, como o próprio Grêmio já deixou claro publicamente que a negociação está fechada, é improvável que os rumos das conversas mudem.

Os outros dois jogadores que acertaram com o Flamengo, Thallyson (ex-ASA) e Arthur Maia (ex-América-RN), devem se apresentar junto com o restante do elenco, no dia 3 de janeiro. A ideia é que eles passem por uma bateria de exames nos primeiros dois dias de pré-temporada e depois sigam para Atibaia, em São Paulo, para a primeira parte de treinamentos físicos intensivos antes dos amistosos organizados.









Fonte:Lance!Net

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Após "ano difícil", Jade vê renovação na ginástica e já projeta 2016

A experiência adquirida por Jade Barbosa tem sido essencial neste momento. Nas últimas temporadas, a atleta de 23 já vem exercendo o papel de liderança e espelho para as mais jovens, ao lado de Daniele Hypolito. Na edição de 2014 do Prêmio Brasil Olímpico, viu da plateia a revelação Flavia Saraiva ser nomeada ''Atleta da Torcida'', por uma votação popular. Neste ano, a menina de 15 anos ganhou três medalhas nos Jogos Olímpicos da Juventude. Mas, na opinião da veterana, o ano de 2015 será crucial tanto para Flavia, quanto para Rebeca Andrade - outra promessa - se prepararem para as Olimpíadas do Rio 2016.

- O Mundial (em Glasgow, outubro) do ano que vem vai ser muito importante pelo fato de ser uma competição que vai mostrar para elas (Flavia e Rebeca) o que é uma competição internacional. A Flavia teve uma competição mais difícil nesse ano que foi as Olimpíadas Juvenis, que têm uma menina de cada país. Olimpíadas mesmo são várias equipes, todo 
mundo te olhando. Elas têm que sentir esse arrepio. Vamos treinar para que cheguem mais à vontade e muito confortáveis no Rio 2016 - disse Jade Barbosa.


Após um ano que foi considerado difícil pela atleta, Jade elogiou alguns avanços que vem sendo notados na ginástica, como melhorias estruturais, ainda que de forma lenta. Ela avaliou positivamente o processo de renovação da seleção brasileira, mas lembrou também que a modalidade precisou começar "do zero" para se reerguer. 

- Tivemos um ano difícil na ginástica. A nossa modalidade vem tendo uma renovação, mas lenta. No feminino, as meninas não têm idade para competir ainda... Realmente, as mais novas tiveram que se sacrificar. Eu me machuquei, e a Dani teve que segurar a equipe, porque eu não estava lá como mais velha. O Diego teve todo esse ano difícil, mas conseguiu se dar super bem no final. Eu acho que foi um bom início para 2016, que estamos no caminho certo, com um técnico super bom e uma estrutura ótima que vamos ter pelo COB. O Flamengo também está se reestruturando. Acho que a ginástica está começando a se moldar de novo, foi para o zero e agora está se reerguendo. Não só para nós, mas para a base que está vindo. É uma geração que já vai crescer com isso tudo, é o máximo. Imagina se eu tivesse treinado com toda esta estrutura quando eu tinha cinco anos, quando comecei, poderia ter menos lesões, estar mais bem preparada. Mas vejo que um bom 2016 está vindo, talvez uma primeira medalha no feminino - comentou.
O ano de 2014 teve momentos especiais para a ginasta, como o retorno ao Flamengo, clube que defendeu desde menina e que acabou sendo dispensada em 2013. Mas também teve momentos complicados, como a lesão que a tirou do Mundial de Nanning, na China. Em agosto, ela machucou o joelho durante a disputa do Campeonato Brasileiro. Agora, Jade sonha chegar 100% para 2015, que tem a importante disputa do Mundial Pré-Olímpico, em outubro, e do Pan de Toronto, no meio do ano. A projeção dos médicos é de que, até fevereiro, ela já consiga começar a competir.

- Estou feliz e pensando mais em descanso porque de agora em diante não vai ser mais 2015 e 2016, é tudo um ano só. Quero ao menos descansar minha cabeça uma semana, porque não posso parar fisio, nem nada para desligar. Meu joelho está ótimo, os médicos estão até um pouco assustados, porque eu quero fazer várias coisas e não posso. Ele falou que a parte de fisio, muscular, isso a gente consegue achar um modo de recuperar mais rápido. Agora, o processo biológico, porque eu tirei um tendão e coloquei outro, demora de seis a oito meses, não depende de ninguém. Em fevereiro, o médico me disse que deve dar para eu voltar a fazer tudo. 
No Prêmio Brasil Olímpico, a ginástica artística foi muito representada no palco. Além de Flavia Saraiva, Arthur Zanetti ganhou o prêmio masculino. A ex-ginasta Lais Souza, que perdeu os movimentos em um acidente de esqui em janeiro, também foi homenageada no palco.






Fonte:GE

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Campeões do mundo participam de reinauguração de ginásio do Flamengo


O clima de festa pela conquista da Copa Intercontinental ainda está longe do fim. Neste sábado, o Flamengo promoveu a reinauguração do ginásio Hélio Maurício, em sua sede social da Gávea, no Rio de Janeiro. O principal palco do basquete rubro-negro ganhou novos vestiários, banheiros e pintura da quadra. O evento foi aberto pelo presidente Eduardo Bandeira de Mello e contou com a presença dos jogadores que participaram da histórica vitória sobre o time israelense Maccabi, em setembro.

- Estamos aqui reunidos para homenagear nosso basquete, que como a torcida bem fala é o Orgulho da Nação. O basquete do Flamengo é campeão do estado, Brasil, continente e do mundo. Reconhecimento mais do que merecido para esse conjunto de atletas que honra o nome do clube em todos os cantos do mundo - enalteceu o presidente Eduardo Bandeira de Mello.Durante a cerimônia de reinauguração do ginásio, foi exibido um vídeo com uma retrospectiva do time "campeão de tudo".

 Os integrantes da comissão técnica e os jogadores também receberam as faixas de campeão do mundo, que foram entregues pelas mãos de Maestro Júnior, campeão mundial com a camisa rubro-negra no futebol, em 1981. O ex-jogador, que defendeu o Flamengo entre 1974 e 1984 e de 1989 a 1993, quando já tinha 39 anos, elogiou as conquistas dos atletas do basquete e a atuação na partida contra o Maccabi.


- O basquete me deu emoções incríveis, mesmo já tendo vivido muitas pelo futebol. Faltavam poucos segundos e o jogo estava muito parelho. Chegou uma hora que estava me dando taquicardia. Eu estava com o Zico do lado e falei para ele 'não dá'. A idade já não me permite fazer graça. O que mais senti daquele grupo existe ainda dentro de cada atleta aquela coisa de jogar pelo prazer, independente de qualquer coisa. Resgatou o espírito do Flamengo. Saí emocionado nas duas vezes que estive lá e agradeço a vocês por ter vivido uma experiência como essa. É um orgulho estar aqui, essa é a minha casa - disse Maestro Júnior. 
Ao longo de uma história quase centenária, o basquete do Flamengo contabiliza 40 títulos estaduais, nove brasileiros, três sul-americanos, uma Liga das Américas e um Mundial. No evento deste sábado, duas das gerações mais vitoriosas do clube foram homenageadas. Entre 1951 e 1960, o time de basquete venceu 189 jogos dos 193 disputados. De 2005 a 2014, foram 148 vitórias em 151 jogos. Todos os atletas e comissão técnica campeões estaduais de 2014, simbolizando o último ciclo de conquistas, e alguns membros da geração vitoriosa do passado, se reencontraram no ginásio Hélio Maurício e receberam faixas comemorativas.




Fonte:GE


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Flamengo 'vence' batalha e dribla mal-estar com torcida por Léo Moura

.O ano de 2015 ainda nem começou, mas o Flamengo já conseguiu vencer uma importante "batalha" de olho na próxima temporada. Ao renovar o contrato de Léo Moura até o final do Campeonato Carioca, a diretoria evitou um possível mal estar que já se desenhava com parte da torcida e dos críticos da gestão.
Enquanto parte deste grupo pregava o respeito pelo jogador com quase dez anos de história no clube, a cúpula rubro-negra não escondia a vontade de não renovar o vínculo do jogador de 36 anos, questionado seguidamente nos últimos meses por conta de sua condição física.
A solução de uma renovação até o final do Campeonato Carioca, oferecida desde o início pela diretoria, não agradava Léo Moura. Pessoas próximas e familiares chegavam a falar em traição e covardia com o atleta, que "batia o pé" com seu empresário e exigia mais um ano de contrato.
No fim, a aceitação de Léo Moura acabou resolvendo um problema da diretoria. Em retribuição, os membros da cúpula já informaram que não medirão esforços para homenagear o nono jogador que mais vestiu a camisa do clube na história – 511 partidas.
Mais recordes e taça para fechar
Com os próximos cinco meses garantidos, Léo Moura mira agora novos recordes com a camisa que o consagrou e o fez chegar à seleção brasileira.
A primeira meta é subir no ranking dos jogadores que mais atuaram pelo clube. Com o Estadual, ele pode passar Liminha – 513 jogos – e Carlinhos – 516 jogos –, pulando para a sétima colocação. Júnior, Zico, Adílio, Jordan, Andrade e Cantarelli devem manter os seis primeiros lugares.
Em seguida, o objetivo estará em campo. Campeão da Copa do Brasil duas vezes, do Brasileiro uma vez e com cinco taças do Campeonato Carioca, ele tentará levantar o sexto troféu estadual, tornando a despedida ainda mais apoteótica.
O que ainda não está claro na cabeça de Léo Moura são os próximos passos da carreira. Ele e seu empresário, Eduardo Uram, avaliam se buscarão um novo clube depois de 10 anos no Flamengo. Fato é que a passagem pelo Rubro-negro estará encerrada. E com motivos de sobra para comemorar, espantando qualquer chance de polêmica que tomou conta da novela por sua renovação nas últimas semanas.


Fonte:UOL Esportes

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Flamengo tem interesse na contratação do zagueiro Bressan, do Grêmio


Flamengo tem interesse na contratação de Bressan, do Grêmio Tadeu Vilani/Agencia RBS
Por indicação de Vanderlei Luxemburgo, o Flamengo deseja contratar o zagueiro Bressan, do Grêmio. O clube carioca fará, nos próximos dias, uma proposta para levá-lo por empréstimo.
Desta forma, Bressan prorrogaria seu contrato por, no mínimo, mais dois anos com o Grêmio. Vale lembrar que seu atual vínculo encerra em dezembro de 2015. Assim, poderia assinar pré-contrato com outra equipe em junho e deixar a Arena sem custos ao final da próxima temporada.
No início do ano, o Grêmio vendeu 50% dos direitos econômicos de Bressan aos empresários Giuliano Bertolucci e Kia Joorabchian por 1,5 milhão de euros. O restante está dividido entre Grêmio (20%), Bressan (20%) e investidores (10%). Na visão de Bertolucci e Joorabchian, o zagueiro teria grande valorização se atuar no Flamengo.
Caso vá para a Gávea, Bressan voltará a trabalhar com o técnico que lhe deu sua primeira chance no Grêmio. Foi com Luxemburgo que Bressan fez sua estreia na Arena, que ocorreu contra a LDU, no início da Libertadores 2013, quando o Tricolor eliminou os equatorianos nos pênaltis e garantiu vaga na fase de grupos.
Curiosamente, outro jogador que estreou naquele jogo foi procurado recentemente por Luxemburgo: Alex Telles, ex-lateral tricolor que atua no Galatasaray, da Turquia. Contudo, seu futuro deverá ser na Juventus, da Itália. Juntamente a Bressan e Ramiro, Alex foi buscado pelo executivo de futebol Rui Costa no Juventude, no início de 2013.
Certo mesmo é que o lateral-direito Pará atuará no Flamengo em 2015. O jogador foi incluído na negociação para quitar uma dívida do Grêmio com o clube carioca, ainda decorrente da compra do ex-atacante Rodrigo Mendes, em 2000.
Caso perca Bressan, a direção do Grêmio terá de ir ao mercado buscar um novo zagueiro. Isto ocorre porque Pedro Geromel, que tem permanência incerta para 2015, passou recentemente por uma cirurgia para correção de um problema no ombro direito e não deve participar da pré-temporada. O único titular garantido é Rhodolfo. Neste caso, Felipão apenas teria Werley e Saimon como alternativas para o setor.

Fonte: Zero Hora

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Zagueiro Wallace lembra títulos e revela: 'Quero me perpetuar pelo Flamengo'


No Flamengo desde o início de 2013, Wallace se estabeleceu no time titular. Dono da vaga da equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo, o zagueiro relembrou dois momentos importantes da sua passagem pelo Rubro-Negro: os títulos da Copa do Brasil de 2013 e do Campeonato Carioca de 2014. Para ele, a força da torcida foi o que mais o impressionou na conquista do estadual, sobre o arquirrival Vasco.

"Teve dois momentos que me marcaram bastante. A final da Copa do Brasil, por ter dado a volta por cima, por tudo que eu tinha deixado de fazer no Corinthians e no Flamengo eu estava passando por um processo de readaptação, de voltar a jogar. E a final em cima do Vasco, esse ano, porque nosso time não jogou nada, estava entregue, e o que marcou foi a questão de, aos 46 minutos (do segundo tempo), ver um time sem alma, sem reação e o torcedor do Flamengo não foi embora. Quando a gente fez o gol de empate, olhamos para trás e a torcida do Vasco tinha ido embora. Então, acho que essa essência da torcida tão visceral do Flamengo ficou marcado para mim, independente do título. O título foi consequência", revelou o defensor em entrevista para a TV Fla.

O zagueiro participou de um encontro com o escritor Marcelo Abinader, que lançou o livro 'Uma viagem a 1912: Surge o futebol do Flamengo', em 2010. Wallace, que é apaixonado por leitura, acredita que todo jogador deve saber a história do clube no qual está jogando.

"O jogador tem que ter essa responsabilidade de saber a história do clube, seja em grande escala ou menor. É importante saber até porque, se num dia for falar do seu clube, que paga seu salário, saiba alguma coisa", disse Wallace, para em seguida revelar que sua vontade é continuar no Flamengo por muito tempo.

"Eu vou ser um pouco modesto, mas acho que tem jogadores com histórias mais interessantes do que a minha. Mas a minha intenção é me perpetuar pelo Flamengo porque, inclusive o Vanderlei Luxemburgo citou isso, no Flamengo você não é chamado, você é convocado.


Fonte: O Dia

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Presidente do Fla garante despedida digna para Léo Moura


Eduardo Bandeira - Flamengo (Foto: Paulo Sergio/LANCE!Press)

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, festejou a renovação do contrato por seis meses, do lateral-direito Léo Moura ocorrida na noite de sexta-feira, mas confessou que esse será o último vínculo assinado entre ambos. O dirigente prometeu fazer uma grande despedida para o jogador e ainda manifestou o desejo de sempre vê-lo no clube.
- O importante é que o Léo vai poder se despedir em grande estilo. Acertamos até o fim do Campeonato Carioca com ele e o teremos no início do ano - disse Bandeira de Mello.
Apesar de admitir o encerramento da carreira de Léo Moura no Flamengo, Bandeira de Mello não garantiu que o atleta vá se aposentar. O dirigente, ainda fez questão de afirmar que o jogador, de 36 anos, já faz parte da história do clube.
- Se ele vai se aposentar depois (do término do contrato com o Flamengo), não sei. Isso é com ele. O importante é que a história dele não terminará nunca no Fla. Acredito que o Léo Moura vai ficar sempre com a gente, como o Júnior (lateral campeão do mundo em 1981) que está aqui hoje - considerou o presidente rubro-negro que participou na manhã deste sábado de uma homenagem promovida pelo clube aos jogadores da equipe masculina de basquete, pelos campeonatos conquistados em 2014.
Pelo Flamengo, Léo Moura já realizou 511 partidas. E conquistou um Campeonato Brasileiro (2009), duas Copas do Brasil (2006 e 2013) e cinco campeonatos estaduais (2007, 2008, 2009, 2011).
Fonte: Lancenet

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Jacobina acerta com o meia Rodolfo do Flamengo

Cria das divisões de base do Flamengo e uma das revelações do time profissional em 2013, o meia Rodolfo foi contratado pelo Jacobina Esporte Clube nesta sexta-feira, 19, segundo representante do JEC.
Rodolfo se destacou pelo Flamengo no Campeonato Carioca de 2013, sob o comando de Dorival Júnior. Ele vem pra reforçar a lista de nomes conhecidos no Jacobina, que já tem como trinador o técnico Andrade. Rodolfo se juntará a equipe que já treina para o Baianão 2015, em Lauro de Freitas, sob o comando de Andrade.
O meia, de 20 anos, foi emprestado para a Ponte Preta até o final da atual temporada. Na Macaca, o atleta disputou a Série B do Brasileirão e a Copa do Brasil.
A equipe também acertou a contratação do goleiro Viáfara, ex-Vitória, num esforço muito grande do Pastor Manasses.

Fonte: Cidade Esportes

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CBF promete punir clubes que não cumprirem fair play financeiro em 2015

Marin (e), atual presidente, e Del Nero (d), mandatário eleito, prometem rigor em 2015

A CBF promete jogar duro contra os clubes que não cumprirem suas responsabilidades fiscais e financeiras em 2015. No regulamento geral de competições da Confederação para o próximo ano, apresentado na última sexta-feira, a entidade separou um artigo específico para o tema e registrou que os times podem sofrer penalidades desportivas caso não se mantenham em dia com tais pagamentos.
"A CBF publicará, através dos dos regulamentos específicos de competições ou resolução da Presidência, normas sobre fairplay (jogo limpo) financeiro e trabalhista que estabeleçam requisitos e responsabilidades, visando o saneamento fiscal e financeiro dos clubes, que ficarão obrigados a cumpri-las, sob pena de sofrerem as pertinentes penalidades desportivas", diz o artigo 105 do regulamento.
"O cumprimento estrito de tais normas, com a adoção de padrões gerenciais que resguardem o equilíbrio econômico-financeiro e competitivo dos clubes, é condição essencial para assegurar às agremiações o direito de participação nas competições, bem como a manutenção dos pontos e classificação conquistados", esclareceu o parágrafo do documento que rege as competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol.
Tal texto, no entanto, ainda não é garantia de que os clubes perderão pontos e serão eliminados em casos de atraso nos pagamentos, uma vez que cada torneio – Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro – precisa ter a especificação das punições em seus regulamentos.
Além disso, clubes e Bom Senso não acreditam muito no efeito prático da medida, uma vez que ela pode ser avaliada de maneira diferente se levada à Justiça Comum – em caso de punição inicial pela Confederação.
Justamente por isso o Bom Senso defende a entrada de tal artigo na Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (LRFE), respaldando tais punições na esfera judicial. Para o grupo, caso a penalidade não esteja prevista em lei, poderá ser facilmente driblada pelos times.
No projeto da LRFE, consta que os clubes que atrasarem pagamento de salários e direitos de imagem, ou sonegarem impostos, poderão ser punidos com o rebaixamento. E seus dirigentes, pelo mesmo motivo, perderiam o direito à reeleição. O projeto de lei ainda tramita em Brasília.

Fonte: UOL


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Após renovação no Flamengo, esposa de Léo Moura desabafa na web

Camila Silva, esposa de Léo Moura desabafa na Web (Foto: reprodução/Facebook)

Nos últimos dias, uma novela envolvendo o jogador Léo Moura e o clube em que atua há 9 anos, o Flamengo, se desenvolveu na mídia e nas redes sociais. A dúvida se o Flamengo renovaria o contrato com o lateral direito ficou no ar por alguns dias até que nesta sexta-feira, 19, o time decidiu renovar com o jogador até o fim do campeonato carioca, quando Léo Moura deve encerrar a sua carreira.

Nas redes sociais, Camila Silva, esposa do jogador, parece não ter gostado do desenrolar da história. Ela publicou um desabafo, no facebook e entre elogios ao marido e respostas aos seguidores disse que "Os que não honram (o Flamengo) não tem história, não respeitam... Talvez esses sim tenham o salário mais alto, o contrato mais prolongado! Faz parte! Deus no controle!". Camila se referiu a polêmica do salário de Léo Moura, que, por proposta do Flamengo, poderia ser reduzido em até R$ 260 mil reais. A irmã do jogador também desabafou na web.

Leia o desabafo de Camila Silva na íntegra.

"O que falar de um CIDADÃO RUBRO NEGRO? O que falar de um torcedor de coração? O que falar de um mega profissional? O que falar de um cara íntegro que honra o que faz e o que veste? Tão difícil falar do Atleta Leonardo Moura hoje... Sabe Porque? Po que eu vivo ao seu lado e sei a importância que tem para você vestir e honrar o seu time de coração! Sei o quanto você lutou e luta para ser quem você é! Mas, hoje, exatamente hoje, os MEUS parabéns é somente para você! Siiiiiim! Para vc! Que está aqui (no Flamengo) há quase 10 anos, como titular, respeitando o clube, respeitando cada funcionário (seja do faxineiro ao diretor), respeitando cada torcedor e fazendo sempre o seu bom papel dentro de campo! Tudooooo isso eu parabenizo a você meu amor, meu ídolo! O seu valor você encontrará aqui.. Sua família e seus amigos! Continue olhando para frente, fazendo sua parte, mesmo não sendo reconhecido por alguns, mas, com a certeza pela grande maioria! Eu te amooooo e estou ao seu lado pra 
tudoooo"
Camila Silva, esposa de Léo Moura desabafa na Web (Foto: reprodução/Facebook)
E a resposta ao seguidor que disse que o contrato "merecia ser renovado por mais tempo". "Pois é! Também acho! Como acho que não merecia ter ajustado tanto o salário! Mas, o futebol é assim! Os que não honram, não tem história, não respeitam... Talvez, esses sim tenham o salário mais alto, o contrato mais prolongado! Faz parte! Deus no controle!"
Léo Moura e Camila Silva (Foto: Ricardo Nunes/Divulgação)

Fonte: EGO

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